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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

terça-feira, 6 de novembro de 2007


É hoje!
Pena que o cartaz está dez anos atrasado. A revolução soviética (e não russa, a Rússia estava deixando de existir, naqueles meses de 1917) aconteceu há 90 anos, e não 80 como estampa o cartaz do evento. Espero que todos os equívocos já tenham sido cometidos na confecção do cartaz, e que o debate seja prolífico e esclarecedor. A iniciativa é ótima.

8 comentários:

Juarez Prieb disse...

Feil, esse é o anti-cartaz, escuro, metido a artístico e não comunica nada, só confunde. Acho que é coisa de menchevique.

José Carlos Callado disse...

Exatamente Juarez, quem propunha uma revolução russa eram os mencheviques e os liberais do Kerensky. Foram derrotados por Lênin e os soviets. Que depois foram derrotados por Stálin e a camarilha revisionista do socialismo num só país.

armando disse...

Caro Feil, depois v. poderia nos fazer uma síntese desses debates.

Para nós que moramos na paulicéia desvairada, e tomamos chuva de aviões e helicópteros.

Cristóvão Feil disse...

Prezado Armando, hoje será impossível pois estou com outro compromisso... lamento, mas o convite só me chegou hoje de manhã.
Abç.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Se até no cartaz os carinhas se equivocam... imaginem na essência de tudo.

Juarez Prieb disse...

"Na essencia de tudo", tu só tens certezas, né Maia?

Empresta ou vende um pouco dessa tua pacholice pra que eu possa dar uma volta na Feira do Livro. Depois eu te devolvo.

Pagamos bem.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Juarez, dei uma volta na feira do livro e ela anda muito estandartizada. Os livros são sempre os mesmos, os mesmos hits de sempre. E muita gente, gente demais, por todos os cantos e gargalos. Impossível o leitor admirar, folher e sentir a essência de um livro desse jeito. Falta paz, falta traquilidade, falta calma. Eu tenho uma tese: quem frequenta livrarias não frequenta a feira do livro.

Anônimo disse...

O bom é o cheiro de cavalo, dizia o nada saudoso general Figueiredo. O Maia pesaroso concorda.

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