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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Professor lança livro sobre monocultura do eucalipto


Amanhã, na feira do livro de Pelotas

O professor do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas, Althen Teixeira Filho, lança amanhã o livro Eucaliptais - Qual Rio Grande do Sul desejamos?

O lançamento será às 18h na Livraria Mundial e integra a programação da 36a Feira do Livro de Pelotas.

A obra trata, de forma crítica, o setor da celulose e a expansão da monocultura de pinus e eucalipto no Estado. O professor avalia as conseqüências das perdas financeiras que principalmente a empresa Aracruz teve com a especulação, o dinheiro investido pelo BNDES ao setor com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador e demais impactos ambientais e sociais da monocultura extensiva.

O prefácio do livro foi escrito pelo bispo Dom Luiz Cappio, conhecido por sua luta e pela greve de fome que fez contra a transposição do Rio São Francisco, no Nordeste brasileiro. A informação é da Agência Chasque.

6 comentários:

claudia cardoso disse...

Oi, Feil!
Trata-se de um CD com capítulo especial de cartuns de alguns dos combativos artistas gráficos do RS, todos (ainda bem) fora da mídia corporativa. Alguns destes cartuns foram publicados nos blogues.

Anônimo disse...

naum intindí

Anônimo disse...

Mas um professor de veterinária escrevendo livro sobre eucaliptos? Deve ter muita coisa importante que mais de 3 mil especialistas florestais do Brasil desconhecem, revelações que instituições como a Embrapa não sabe.
E além disso o Althen é especializado em economia, para analisar problemas de bolsa de valores.
Realmente um gênio.
Vou comprar o livro para ver se ele fala de sua passagem recente pela Alemanha, onde seus argumentos contra eucaliptos e espécies de crescimento rápido caíram no ridículo.

ZéMané

Eduardo disse...

Uma provocação simples:
Silvicultura é fundamental. A silvicultura alemã data de 1500, a japonesa de 1700.
As florestas eram protegidas por soldados, as árvores numeradas e contabilizadas como se fossem bens imóveis (que são mesmo).
Japão e Alemanha são países prósperos e florestas manejadas fazem parte dessa realidade.
Mas monocultura de eucalipto de altíssima taxa de crescimento é uma aberração de vida curta.
Igual a especular com derivativos.
Sabes o que se faz com esse tipo de eucalipto se não for cortado no semestre certo?
Corta e vende como lenha, que não presta mais para celulose.
Tá bom esse prejuízo financiado pelo FAT e pelo BNDES?
Zero Hora, Yeda e sua corja de jornalistas a favor vão fazer alguma auto-crítica?
O futuro da silvicultura no Brasil envolve computador, gps, e 30~40 espécies diferentes por hectare.

Maria Alice Custódio disse...

Eduardo, por favor, não chama de silvicultura a monocultura artificial de eucalipto.

Silvi vem de selva = diversidade = equilíbrio entre múltiplas espécies macro e micro/flora e fauna.
O deserto verde não é silvicultura, tá bom, gente?

Está combinado, então!!!!!!!!

Eduardo disse...

Ok, mas foi o que eu disse.
30 espécies por hectare no Rio Grande, 80 em São Paulo, 120 no Pará.

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