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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Mestre da antropologia e do pensamento faz cem anos hoje


Claude Lévi-Strauss mostrou um novo modo de ver o homem

Hoje, dia 28 de novembro, festeja-se o centésimo aniversário de Claude Lévi-Strauss (foto). O último dos maîtres à penser. O homem que fez da antropologia o que Freud fez da psicanálise, ou seja, um dos grandes saberes do século XIX. Não só uma disciplina especializada, para poucos exploradores dos mundos exóticos, mas um novo modo de ver o homem.

Nenhum antropólogo exercitou uma influência tão vasta além do seu próprio campo. Com este moralista clássico, presente no estado de urgência planetária, a antropologia vai além de si para se tornar uma aposta filosófica, capaz de colocar em questão a oposição entre natureza e cultura e a própria definição do ser humano. Diferentemente de outros grandes antropólogos como Franz Boas, Bronislaw Malinowski, Margaret Mead e Gregory Bateson, o pai do estruturalismo não se tornou célebre por ter descrito povos primitivos, mas principalmente pelas implicações gerais do seu pensamento. E justamente nesse amplo intervalo estão o fascínio e o desafio da obra teórica levistraussiana.

O antropólogo francês não foi o primeiro nem o único a destacar o caráter estrutural dos fenômenos sociais, mas a sua originalidade está em levar essas características a série e tirar delas as conseqüências sem se descompor. É natural que uma pesquisa desse tipo tenha suscitado discussões e polêmicas, também por causa do fato de levar à discussão certas categorias típicas do humanismo ocidental, sobretudo os conceitos de “homem” e de “humanidade”. E, por outro lado, em uma célebre passagem de “O pensamento selvagem”, Lévi-Strauss afirmou que “o fim último das ciências humanas não consiste em construir o homem, mas sim em dissolvê-lo”.

O conhecimento da alteridade, que representa a tarefa da etnologia, é só a primeira etapa de um itinerário de pesquisa das invariáveis que permitem reabsorver “algumas humanidades em particular em uma humanidade geral”. E, portanto, de “reintegrar a cultura na natureza e, substancialmente, a vida no conjunto das suas condições físico-químicas”. O verdadeiro objeto da polêmica levistraussiana é, com toda a evidência, o humanismo que funda os direitos do homem sob o caráter único e privilegiado de uma espécie viva, a humana, ao invés de ver em tal caráter um caso particular dos direitos de todas as espécies. Mais do que uma profissão de anti-humanismo, trata-se de um ataque frontal à sua declinação antropocêntrica, à metafísica humanística do sujeito. A esse insuportável enfant gaté das ciências humanas, o grande antropólogo opõe uma concepção do homem “que coloca o outro antes do eu, e uma concepção da humanidade que, antes dos homens, põe a vida”. Nesse sentido, observou-se que Lévi-Strauss contribuir em desconstruir “a convicção judaico-cristã e cartesiana segundo a qual a criatura humana é a única a ter sido criada à imagem e semelhança de Deus”.

Se perguntarmos a um índio americano o que é um mito, são muitas as probabilidades de que responda: “uma história dos tempos em que os homens e os animais ainda não eram diferentes”. Essa definição parece de grande profundidade a Lévi-Strauss, porque “apesar das nuvens de tinta levantadas pela tradição judaico-cristã para camuflá-la, nenhuma situação parece mais trafica, mais ofensiva para o coração e para a inteligência do que a de uma humanidade que coexiste com outras espécies vivas sobre uma terra na qual estas últimas compartilham o usufruto e com as quais não pode se comunicar”. Aflora aqui o pessimismo do autor de “Tristes Trópicos” que, à idéia prometéica do homem que sujeita a natureza, substitui uma visão trágica do sujeito e de uma natureza ambos mutilados, porque separados da outra parte de si.

Uma descentralização do sujeito que reflete a idéia de uma relação não-instrumental com a natureza, em que, dizendo com Adorno, esta não é mero objeto, Gegenstand, mas principalmente parceira, Gegenspieler. Já nos primeiros anos 50, com uma sensibilidade ecológica em grande antecipação aos movimentos ambientais atuais, o antropólogo francês denunciava o perigo de um humanismo narcisisticamente antropocêntrico, e por isso mesmo etnocêntrico, que esquece os direitos do ser vivo em nome de uma idéia abstrata da vida, que faz do homem o senhor único do planeta e da sua reprodução, o fim último da natureza. Nesse sentido, Michel Maffesoli pôde aproximar a denúncia levistraussiana da pilhagem do mundo à crítica heideggeriana da devastação da terra por parte da metafísica.

Para Derrida, o próprio nascimento da antropologia foi possível por causa dessa descentralização do sujeito que teve início “no momento em que a cultura européia – e, por conseqüência, a história da metafísica e dos seus conceitos – foi subvertida, expulsa do seu lugar, constrangida, portanto, a não se considerar mais como cultura da referência”. A crítica do etnocentrismo que foi e ainda é a condição mesma dos saberes antropológicos é, para o autor de “A escritura e a diferença”, contemporânea, realmente simultânea à destruição da história da metafísica.
Em um célebre texto dedicado a Jean-Jacques Rousseau, Lévi-Strauss institui uma relação entre a identificação aos outros e exatamente “ao mais ‘outro’ entre todos os outros, o animal”, e a objeção de tudo o que pode tornar aceitável o eu. A objeção, em suma, da transcendência de improviso que fica, em sua opinião, profundamente empossada no humanismo. Em muitas ocasiões, o pai do estruturalismo critica de fato os filósofos, particularmente os existencialistas, por terem operado uma inversão perspéctica, dando prova de uma autêntica perversão epistemológica, além de construir um refúgio para o eu, “no qual o mísero tesouro que é a identidade pessoal tenda a ser protegido e, dado que as duas coisas juntas são impossíveis, eles preferem um sujeito sem racionalidade a uma racionalidade sem sujeito”. Nessa idéia de uma racionalidade sem objeto aflora verdadeiramente aquele ”kantismo sem objeto transcendental”, atribuído a Lévi-Strauss por Paul Ricoeur, a propósito da análise dos mitos com a qual o grande antropólogo ofereceu a formulação mais radical das suas teses sobre o acordo existente entre cultura e natureza, entre espírito e mundo.

E àqueles filósofos que o acusam de ter abolido o significado dos mitos e de ter reduzido seu estudo à sintaxe de um discurso que não diz nada, Lévi-Strauss, nas últimas páginas de “O homem nu”, reserva uma resposta, por assim dizer, peremptória. As mitologias, afirma, não escondem nenhuma verdade metafísica nem ideológica, mas, em compensação, nos ensinam, por um lado, muitas coisas sobre as sociedades que as transmitem e, por outro, nos oferecem o acesso a certas modalidades operativas do espírito tão estáveis no tempo e recorrentes no espaço que se podem considerar basilares. E conclui com uma suprema depreciação: “longe de ter abolido o seu sentido, a minha análise dos mitos de um punhado de tribos americanas trouxe-lhes mais significado do que aquilo que se encontra nas banalidades e nos lugares-comuns a que se reduziram, há cerca de 2.500 anos, as reflexões dos filósofos sobre a mitologia, com exceção daquelas de Plutarco”.

Muitos criticaram o estruturalismo por sua posição anti-histórica, mas, na realidade, Lévi-Strauss sempre procurou distinguir claramente a história, à qual atribui uma importância extraordinária, da filosofia da história a la Sartre, uma pseudo-história que, em cada versão, leiga ou confessional, evolucionista ou historicista, constitui uma tentativa de suprimir os problemas postos pela diversidade das culturas, para fingir que reconhece a todos plenamente. Tal filosofia da história – que a Lévi-Strauss parece ser da mesma natureza do mito – deriva da fé bíblica em um cumprimento futuro e termina com a secularização do seu modelo escatológico, que se transforma na teoria do progresso.
O vício constitutivo de tal filosofia, que dirige rumo ao futuro o conceito clássico de istorein e transforma a história do passado em previsão do futuro, um futuro objeto de uma espera fideísta. Nesse sentido, Lévi-Strauss não se limita a rejeitar a acusação de anti-historicismo, mas, o que mais importa, reivindica à antropologia um modo todo próprio de interrogar os materiais históricos, com aquela atenção aos fatos detalhados da vida cotidiana que faz dos etnólogos os “trapeiros” da história, aqueles que remexem nas suas lixeiras.

É uma real e verdadeira heterologia a colocada em prática por Claude Lévi-Strauss, capaz de nos fazer colher o que há de nós mesmos nos outros e o que se pode encontrar dos outros no fundo de nós mesmos. Aquele fundo que nos faz todos parentes, porque todos diferentes, e que alguns continuam chamando de humanidade.

O texto acima é de Marino Niola, publicado no jornal italiano La Repubblica, de 21/11/2008. A tradução é de Moisés Sbardelotto para o portal do Instituto Humanitas da Unisinos.

25 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

Ruy Castro na Folha (e no depósito) de quarta-feira fez uma bela síntese sobre Lévi-Strauss:
"Nos anos 50, Lévi-Strauss já acusava o homem de ser o vilão da ecologia, quando os dicionários ainda não tinham chegado a um acordo nem sobre o significado da palavra. Contrariando o espírito da época, também nunca aceitou a idéia de que, com a alfabetização em massa, o progresso da humanidade seria fatal -quem éramos nós para sair alfabetizando populações que viviam tão bem sem o alfabeto?Por defender a necessidade de preservar as identidades étnicas e culturais, combateu a idéia da globalização ainda no berço. Para ele, a globalização conduziria à uniformização, à anulação das diferenças -e o fim das diferenças levaria à indiferença, que é uma das piores pragas que poderiam nos afligir."

Gustavo Guglielmi disse...

Ruy Castro, e vc Maia, não tem estofo pra dizerem uma só frase sobre o grande Lévi-Strauss. Vcs tem que comer muita mandioca e beber cauim pra dizer um ai sobre o mestre dos "Tristes Trópicos" e um dos fundadores da USP na década de 30.

Anônimo disse...

Cala a boca Maia!!!!
Sônia

Carlos Eduardo da Maia disse...

Gustavo, uma das coisas mais imbecis que existem no pensamento de certa esquerda é a arrogância. Ou seja, o intelectual que preste tem que ser necessariamente materalista histórico. E o pior, se fulano ou beltrano for intelectual e não for marxista e acreditar na religião da luta de classes ele, com certeza, foi comprado pelo capital. Ele se vendeu. Isso é uma falácia das grossas. Isso é o mesmo que reduzir a discussão ao feudalismo das idéias radicais e desarrazoadas. Eu li "tristes trópicos" na década de 80 e, na época, gostei muito e pretendo fazer uma releitura. Freud, por exemplo, não era de esquerda e criticou com muita propriedade o marxismo no capítulo V do Mal-Estar da Civilização. Borges, o próprio Camus, o Derrida também não eram pensadores alinhados com o materialismo histórico e zilhões de outros intelectuais. Eles, por acaso, se venderam? O próprio Lévi Strauss, que faz cem anos, não pode ser considerado um marxista leninista ou um ideólogo do materialismo histórico. Também nunca aderiu a teorias de lutas de classe e nunca fez discursos panfletários pró socialista ou estatismo. Ele é muito mais um humanista que teve a grande sacada de mostrar que existem outras linguagem (além do eurocentrismo) que também são inovadoras e harmônicas. Ele é uma espécie de Rousseau dos nossos tempos.

Anônimo disse...

Verdade, Maia, essa crítica a ti foi mesmo sem sentido. E a outra coisa imbecil no pensamento de certa qualquer gente é a desonestidade intelectual. Nunca mais comentaste, por exemplo, no RS Urgente, pois como o tema tem sido a imbecil da governadora eleita com teu voto, e isso não te dá margem para falar do PT e da esquerda, simplesmente te calas.
Aliás, como conseguiste listar tantos nomes e conceitos dos quais não tens idéias? Ah, o Google...

zozé disse...

E vc é o Eichmann do nosso tempo, Maia. Faz o serviço sujo de certa burguesia. Vc é o lixeiro da burguesia.

mariorangelgeografo.blogspot.com disse...

É demais...

Acho que aqui no blog, ninguém agunta mais o idiota do Maia:

Inescrupuloso, ladino, farsante, arrogante, entre outros pejorativos.

É sempre o primeiro a comentar, sempre malhando, é claro.

Seu objetivo é claro e cristalino:

Plantar cisânia e desvirtuar a discussão.

Proponho aqui uma enquete, para mostrar ao Feil, o estrago que este pau-mandado vem causando a todos nós.

Votem: que não aguanta mais o Maia diga FORA MAIA.

Eu já abro meu voto:

FORA MAIA

Ps: Ô meu caro Feil, dá um jeito, pô!

Anônimo disse...

Que nem o Maia eu também acho certa a esquerda...

Carlos Eduardo da Maia disse...

Pessoal, o Feil colocou um texto tri bem escrito sobre o ilustre antropólogo que faz cem anos. Eu postei dois comentários exatamente sobre o assunto. Até porque o mestre Claude não pode ser considerado um ícone do materialismo histórico, porque ele não é. Os demais comentários são apenas crítica a minha pessoa, como se eu fosse um Eichamnn da burguesia. Daqui a pouco vão organizar um plano para me sequestrar em Buenos Aires. Sobre o RS Urgente, realmente não tenho frequentado aquele blog. Acho que o Weissheimer força a barra e está sendo panfletário e intolerante em relação ao governo Yeda e nunca reconhece nenhum acerto. E o pior ele só trata disso. Aquele blog anda uma chatice. Caiu muito. E o Mário Rangel geólogo vai ganhar o troféu reaça do ano.

Ary da Silva Martini disse...

Os homens e os animais sempre foram, ainda são e serão iguais. O que os torna iguais é que o mesmo sopro da vida e da morte anima as duas espécies.

Anônimo disse...

E o teu blog como anda pseudônimo?

Audiência elevada com muitos comentários?

Anônimo disse...

Por falar na Tia, vocês lerem a coluna do Cláudio Brito (substituindo o esclerosado Santana) hoje na ZH?

Bateu pesado.

MASQUINO disse...

Porque um BACEN(Banco Central) independente significará nossa escravidão.Fora o projeto do senador Arhur Virgílio(PSDB-AM)!!Vejam a história do FED nos EUA(legendas em espanhol):
The Money Masters - Federal Reserve History-Historia del Banco Reserva Federal-part1
1) http://br.youtube.com/watch?v=GBe7u_i77MY
2) http://br.youtube.com/watch?v=o54DXLb7jb4
3) http://br.youtube.com/watch?v=8WDTGMclotg
4) http://br.youtube.com/watch?v=_seZd4oKxyE
5) http://br.youtube.com/watch?v=ABvXhwdezSQ
6) http://br.youtube.com/watch?v=3xx8Q2c3pcw
7) http://br.youtube.com/watch?v=3n0wOvqRYLM
8) http://br.youtube.com/watch?v=MXA56hx9dXA
9) http://br.youtube.com/watch?v=ixGeA_-ZQ4g
10) http://br.youtube.com/watch?v=Cl7FGFjQOaI
11) http://br.youtube.com/watch?v=kr-DDiE0jNU

Anônimo disse...

Caro Maia, quem conheceu bem Freud e suas taras, foram a sua (dele)esposa e filha Ana.

Quanto ao antropólogo motivo da discussão, aprendi a lê-lo e admirá-lo na velha USP de guerra, onde era estudo obrigatório, por motivos óbvios.

armando

gustavo disse...

Cala a boca Maia!

Carlos Eduardo da Maia disse...

Ary, a diferença entre os homens e os animais é a história. E quem analisou muito bem isso foi o Rousseau. E o texto postado pelo Feil faz uma interessante análise do estruturalismo e sua posição anti-história, no sentido de que o antropólogo em questão tinha uma posição mais alinhada com Sartre (esse sim um marxista). Seria interessante analisar os últimos textos de Lévi-Strauss sobre o assunto. Pois é, Armando, Freud pode ser isso, isso e aquilo, mas uma coisa é certa, ele foi um grande intelectual, conhecedor da filosofia, da história, um excelente escritor e nunca foi de esquerda. O engano de certa esquerda é que ela impõe requisitos para ser intelectual, esse deve ter sempre uma posição materialista histórica. Por isso não se encontra hoje grandes intelectuais dessa certa esquerda. Não venha me dizer que Meszarós e sua tese de que o Estado pode fenecer é um grande intelectual.... Saudações pluralistas.

Prestes disse...

Tem gente que fica mais preocupada com o Maia do que com assuntos mais pertinentes. E aí ele consegue direitinho desviar como dizem que ele quer.

callado disse...

Chamar Lévi-Strauss de humanista além de uma redução é uma burrice. O velho sempre foi contra essa categoria etnocêntrica.

Carlos Eduardo da Maia disse...

É verdade, Callado, Lévi-Strauss sempre criticou e atacou essa complicada e equivocada tendência de explicar os valores da humanidade com base nos parâmetros da sociedade branca, cristã e ocidental. Mas o termo humanismo deve ser entendido além disso, como forma de expressão numa perspectiva antropocêntrica. Ora bolas, as próprias experiências do "velho" com os indígenas e a preocupação com outras linguagens e narrativas, por exemplo, é também uma forma de expressão humanista.

Cavalcanti disse...

Quantos imbecis dominados por um comentarista apenas!!! Grande Maia, te admiro muito, pois nunca perdes a elegância, mesmo diante dos piores ignorantes, que aliás, são em grande número por aqui. Figuras patéticas que até propõem a extinção do Maia. Não vêem que perderia a graça do blog. Ele é o contraponto, um dos únicos por aqui que demonstra inteligência e equilíbrio. Dá-lhe Maia, não esmoreça!

Anônimo disse...

O Maia disse:

"Gustavo, uma das coisas mais imbecis que existem no pensamento de certa esquerda é a arrogância. Ou seja, o intelectual que preste tem que ser necessariamente materalista histórico."

Até o sucessor do papa já reconheceu a "verdade" do materialismo histórico". E a vigarice do "mercado.


E continua
"se fulano ou beltrano for intelectual e não for marxista e acreditar na religião da luta de classes ele, com certeza, foi comprado pelo capital. "

O Maia, tu não é comprado porque não vales nada nem para certa esquerda e nem tampouco para certa direita que representas.

Tu só postas estas bobagens porque te pagam para isto.

Hoje não reconhecer a precisão científica de Marx, só um sacastrapo da Yeda e do outro Maia.
Não é atoa que te escondes num psedônimo para defenderes as falcatruas psdebistas pefeleista, e o mercado, que vem a ser teu pai numa cruza com o gabeira.

Te achares um intelectual, isto sim que é arrogância. Tu és só um FDP a fim de receber alguma migalha pela servidão de escrever qualquer coisa para defender o indefensável.

E o Cavalganti é só um jorrete do que sobrou nesta promiscua cópula.

Claudio Dode

panoramix disse...

Deixa o Maia falar o que quiser - 90% é clichê decorado no google ou em algum cursinho doutrinante do instituto liberal. O grande problema é ler e responder. É exatamente isto que ele quer. O Blog dele não existe e ele vem buscar audiência aqui!

Anônimo disse...

Ao Cavalcanti:
O cidadão ao qual te referes tem um blog e deveria discutir suas divergência político-ideológicas lá e não aqui, á mesma cantilena sempre e naquele espço dele ninguém vai, não sei por que temos que conviver com este ser que só sabe repetir e repetir sem que ninguém o chame para o debate.
Já somos obrigados a conviver com colegas de trabalho mala, aí não temos escolha, mas aqui ele poderia nos poupar e não aparecer mais, pois esse espaço tem um perfil que não se identifica com o dele, por que ele usa, se não quer levar críticas? Aqui ninguém aguenta mais esse cidadão. Por isso repetimos: CALA BOCA MAIA
Paulo Roberto

Cavalcanti disse...

O bom da internet e dos blogs (uma grande invenção) é justamente a de disseminar todas as idéias existentes, agradem ou não aos leitores. Isso é positivo. Se temos uma opinião sobre determinado assunto e outra pessoa opina o oposto do que pensamos, isso nunca deveria ser considerado como uma ofensa. É tudo uma questão de amadurecimento. Há muitas pessoas imaturas por aqui. O Maia é uma pessoa madura que procura contrapor uma série de posições atrasadas e radicais de uma certa esquerda que morreu e não quer admitir isso.

Anônimo disse...

mas que vá falar de uma certa esquerda ou o que mais lhes agradar no blog de vocês, pois a blogsfera proporciona também essas possibilidades, por que tem que se inserir onde não é chamado, se saõ atrasadas e radicais como você pensa, que fale isso lá no espaço de vocês e a quem interessar que os visite. CALA A BOCA MAIA E CAVALCANTI

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