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Foto-legenda:

Gostaria de conhecer o cálculo moral e o balanço ético feito pelo Dr. Marcio Thomaz Bastos para defender e posar ao lado do Cachoeira. O ex-ministro da Justiça do governo Lula sentado com um operador da bandalheiras da direita parlamentar em conluio com a direita midiática. Sentado, defendendo e referendando a conduta pestilenta e antissocial de um inseto político.

Esse Marcio Thomaz merece o desprezo de todos nós. Como foi feito, durante a ditadura, com o cantor Wilson Simonal. Um desaparecimento cívico total e definitivo.





sábado, 29 de maio de 2010

Bancada ruralista quer decidir sobre o Código Florestal


Agronegócio quer devastar mais e mais

Na próxima terça-feira, dia 1º de junho, nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso. Deputados da famigerada bancada ruralista estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e os crimes ambientais.

O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro.

Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma grande mobilização contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos.

Enquanto o mundo todo defende a proteção do meio ambiente, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: entregando de mão beijada as nossas florestas para os maiores responsáveis pelo desmatamento do Cerrado e da Amazônia. Eles querem simplesmente garantir a expansão dos latifúndios, quando na verdade uma revisão do Código deveria fortalecer as proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores e o extrativismo sustentável.

As propostas devastadoras incluem:

- Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%

- Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro

- Anistia aos crimes ambientais, sem exigir o reflorestamento da área devastada

- Transferir a legislação ambiental para a esfera estadual e municipal, removendo o controle federal e facilitando decisões que favoreçam o agronegócio e a devastação dos biomas

Essa não é uma disputa entre ambientalismo versus desenvolvimento econômico, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.

A proteção das florestas e comunidades rurais dependem do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo.

Pescado do Avaaz.org

3 comentários:

Anônimo disse...

não tenho visto muita mobilização. Só a dos ruralistas a toda hora na imprensa que os acolhe como heróis e vítimas.
Tá faltando divulgação ou não tem resistência - ou pelo menos atenção - que freie essa sanha?
Que merda!
Duio

Anônimo disse...

Onde está a dona Marina?

Anônimo disse...

E o PCdB... Que triste figura...

E o Aldo, quem diria?

Saiu do armário, só quer derrubar o pau...

Claudio Dode

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