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Foto-legenda:

Gostaria de conhecer o cálculo moral e o balanço ético feito pelo Dr. Marcio Thomaz Bastos para defender e posar ao lado do Cachoeira. O ex-ministro da Justiça do governo Lula sentado com um operador da bandalheiras da direita parlamentar em conluio com a direita midiática. Sentado, defendendo e referendando a conduta pestilenta e antissocial de um inseto político.

Esse Marcio Thomaz merece o desprezo de todos nós. Como foi feito, durante a ditadura, com o cantor Wilson Simonal. Um desaparecimento cívico total e definitivo.





domingo, 27 de junho de 2010

O fetiche poético de "Le Ballon Rouge"





Esse filme de cerca de 30 minutos ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 1956. O diretor é Albert Lamorisse, que conta a história de um menino que "liberta" e cativa afetivamente um balão vermelho nas ruas de Paris. Cinema puro, quase sem palavras. O filme é referência. Muito "citado" e sempre homenageado em outros filmes por tantos outros roteiristas e diretores.

Na publicidade é copiado todos os dias, quem já não viu filminho de venda de porcaria "referindo", para não dizer plagiando, o conto poético de Albert Lamorisse?

Uma curiosidade: observem que na parte final do filme, aparecem cartazes de cinema nas paredes, um deles anuncia o filme do diretor Lima Barreto, O Cangaceiro (1953), um dos maiores sucessos internacionais do cinema brasileiro. Mas está grafado Congaceiro.

2 comentários:

Lucas Jerzy Portela disse...

O Cangaceiro é de Victor Lima Barreto.

O Balão Vermelho é de fato das coisas mais fofas. Vi na Walter, em película. De graça.

Cristóvão Feil disse...

Correto, Portela.
Lima Barreto foi o diretor, com diálogos de Raquel de Queirós (O Quinze).
Obrigado pela correção.

Abç.

CF

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