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Gostaria de conhecer o cálculo moral e o balanço ético feito pelo Dr. Marcio Thomaz Bastos para defender e posar ao lado do Cachoeira. O ex-ministro da Justiça do governo Lula sentado com um operador da bandalheiras da direita parlamentar em conluio com a direita midiática. Sentado, defendendo e referendando a conduta pestilenta e antissocial de um inseto político.

Esse Marcio Thomaz merece o desprezo de todos nós. Como foi feito, durante a ditadura, com o cantor Wilson Simonal. Um desaparecimento cívico total e definitivo.





quarta-feira, 16 de junho de 2010

Celso Amorim defende que potências destruam seus arsenais nucleares



Mentalidade da Guerra Fria ainda rege a geopolítica mundial

Em meio às polêmicas internacionais sobre o uso de armas nucleares, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu ontem (15) que as potências que ainda mantêm arsenais nucleares façam a imediata destruição do material. Amorim chamou de “modestos” os avanços obtidos por meio da revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas. A informação é da Agência Brasil.

“O mundo não atingirá estabilidade sustentável enquanto a protelação do desarmamento nuclear e a contínua modernização dos arsenais estimularem a proliferação”, disse Amorim, durante a Conferência de Desarmamento, em Genebra, na Suíça.

O chanceler disse que é necessária uma mudança de mentalidade e o abandono da lógica da Guerra Fria, da destruição mútua. “Armas nucleares não têm função no mundo mais pacífico, democrático e próspero. Necessitamos não apenas manter, como também incrementar a segurança para todos, especialmente para os países que não possuem e não anseiam possuir armas nucleares”.

Amorim afirmou ainda que o Brasil e a Argentina conseguiram construir um diálogo de “confiança” no campo nuclear. Com isso há condições de o governo brasileiro colaborar na busca por alternativas inclusive no Oriente Médio.

“O Brasil está pronto para colaborar com a conferência. A despeito das evidentes complexidades da situação do Oriente Médio, as lições do exitoso processo de construção de confiança entre Brasil e Argentina no campo nuclear poderiam representar uma contribuição técnica à busca desses objetivos na Conferência do Oriente Médio”, disse o ministro.

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1 comentários:

Nelson disse...

Todo o apoio à proposta de Amorim. Sendo, talvez, um tanto utópico - e põe utopia nisso -, eu gostaria de ver ele propor também o fechamento de todas as fábricas de armas, sejam comunistas, socialistas, capitalistas ou coisa que o valha.

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