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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

sábado, 24 de julho de 2010

Febeapá, by Fernanda Torres


A nova adesão à direita brasuca

Usando extravagantes metáforas biologistas que o século 19 logrou empanar com a poeira do tempo e do esquecimento, a neocolunista da Folha, Fernanda Torres (ver hoje o artigo "As cigarras e as formigas", no diário dos Frias), é forte candidata à mais nova revelação do Febeapá - o Festival de Besteira que Assola o País (criação do imortal Sérgio Porto).

De lambuja, já fica também entronizada no panteão dos novos cabeções da direita brasileira, junto com Jô Soares, Fernando Gabeira, Arnaldo Jabur, Cesar Maia, Marcelo Madureira, Denis Rosenfield, Nelson Motta, Aldo Rebelo, Lucia Hippolito, Ferreira Gullar e outras fuinhas expressivas do nosso pensamento sub-Professor Cardoso.

Leia o artigo aqui.

10 comentários:

Anônimo disse...

Salve, Cristóvão! Que tal publicar a referida besteira aqui nos comentários, para facilitar a vida do e-leitor?

Abraço!
Jean Scharlau

Anônimo disse...

O link não funciona.

Anônimo disse...

Todo o pensador que se basear na realidade para formular teses será taxado de retrógado por pensadores tipo Emir Sader, notável distorcedor da realidade em nome de uma ideologia que onde se implantou foi varrida por conta da atitudes sádicas de tipinho tipo Stalim e Pol Pot. Logo logo Cuba se livra dos Castros e eles vão aumentar a lista de inimigos da humanidade. Antes que alguém reclame na Lista podemos colocar tipos como Hitler, Pinotche e Franco e outros ditadores da direita. Viva o Anarquismo.

Universae disse...

Fernanda Torres é chata, estúpida, histriônica, vazia e inexpressiva; porém, na visão da Folha, ela é inteligente, moderna, cosmopolita e retrata bem o pensamento dos jovens (da elite brasileira, é claro!).
Bem feito pra eles!!!

marc disse...

Mas que bela propaganda política, quando ela prega a alternância entre os partidos no poder (coisa inventada pelos ianques no pós-II Guerra).
Se o Brizola estivesse vivo (na verdade ainda está, não em carne, mas nas ideias), eu duvido que ela falaria de populismo messiânico, xingaria ela como àquela reporter que o entrevistou sobre o tráfico de drogas...

Guilherme disse...

mas que textinho insípido hein thcê! é o velho papo do "ônibus Brasil", que já tem rota traçada e só devemos escolher o melhor "motorista" para a viagem, como disse o João Sicsú. Essa estratégia da direita de borrar as diferenças revela o desespero que se tem de comparar os governos

Anônimo disse...

Realmente, a moça faz jus à fama de comediante...

Jean Scharlau disse...

Li o texto: é burrice, safadeza, ou ambas.

Anônimo disse...

O grande problema deste texto é que a autora dele resolveu opinar, expressar o que entende por certo. Isso ultimamente é um problema, principalmente se esta opinião desagrada a quem se acha o dono da verdade.

Milton Dode

Anônimo disse...

Pô, e o Milton Dode conseguiu levar o texto da comediante a sério?... rsss

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