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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

quinta-feira, 26 de junho de 2008


A Guerra Fria do MP gaúcho


Seria uma caricatura, não fosse sério. Um relatório secreto do Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul decreta guerra ao MST, prega dissolver o movimento a bem da "segurança nacional" e define linhas de ataque ao movimento. A ata secreta de reunião no dia 3 de dezembro do ano passado revela que o Conselho constituiu uma força-tarefa para "promover uma ação civil pública com vistas à dissolução do MST e a declaração de sua ilegalidade".


A diretriz, que está sendo executada de forma articulada com a Justiça e a Brigada Militar, é a de acuar o movimento em várias frentes: proibir marchas e deslocamentos em massa dos sem terra; investigar os integrantes de acampamentos e dirigentes quanto ao uso de verbas públicas; intervir nas escolas do MST; impedir a presença de crianças e adolescentes nos acampamentos; nos assentamentos, comprovar desvios de finalidade da terra; promover investigação eleitoral "nas localidades em que se situam os acampamentos controlados pelo MST, examinando-se a existência de condutas tendentes ao desequilíbrio deliberado da situação eleitoral" e atuar para cancelar os títulos de eleitor dos assentados.


A decisão teria de ficar sob sigilo por 10 anos, mas veio a público quando foi anexada como prova de uma denúncia feita à Justiça pelo MPE contra acampados do MST em duas áreas cedidas por proprietários na proximidade da Fazenda Coqueiros - a inicial da ação esclarece que os promotores tomam essa iniciativa baseados na diretriz do Conselho.


Também foi anexado um relatório do Serviço Secreto da Brigada Militar (PM2).

A ofensiva do Ministério Público, a pronta anuência de juízes e uma rápida mobilização de efetivos da Brigada Militar montam o cenário de uma Guerra Fria particular: o MPE aciona a Justiça usando um discurso ideológico; o juiz decide em favor da preleção dos promotores; a Brigada Militar responde prontamente às ordens judiciais.


As sentenças obtidas até agora são um cerco político ao movimento: uma proíbe a manifestação política de acampados em terra do Incra; outra, de um juiz eleitoral, suspende os títulos de eleitores de acampados em Coqueiros; uma ação do MPE relativa à ocupação do horto florestal da Fazenda Barba Negra denuncia 37 integrantes da Via Campesina por dano, furto, cárcere privado, formação de quadrilha e lavagem dinheiro, inclusive pessoas que não estavam no local - um deles o líder nacional do MST, João Pedro Stédile; as escolas dos assentamentos estão sendo desativadas.


Em janeiro, uma pronta sentença do juiz, favorável a ação proposta pelo MPE - a pretexto de investigação de um furto de uma máquina fotográfica, um anel e R$ 200 - permitiu à polícia identificar os 1.200 participantes do 24º Encontro Estadual do MST. É esse o quadro: a ação articulada e rápida do MPE, da Justiça e da polícia gaúchas está cassando direitos civis e políticos de cidadãos brasileiros. Inclusive o direito ao voto.


O conteúdo ideológico dessa ofensiva está claramente estampado nos autos de processos e em documentos judiciais. A linguagem é tão contundentemente ideológica que é difícil encarar o MPE e a Justiça do Rio Grande do Sul como partes neutras de um conflito. Na inicial da ação civil pública apresentada pelos promotores Luís Felipe de Aguiar Tesheiner e Benhur Biacon Júnior, pedindo a desocupação dos dois assentamentos do MST próximos à Fazenda Coqueiros, eles rezam submissão à orientação do Conselho Superior de "dissolver" o MST e tecem um longo arrazoado sobre subversão. Definem o movimento como "uma organização revolucionária que faz da prática criminosa um meio para desestabilizar a ordem vigente"; asseveram que "já existem regiões do Brasil dominadas por grupos rebeldes"; apontam como indício de subversão "a doação de recursos por entidades estrangeiras, como a organização Cáritas, mantida pela Igreja Católica".


A peça ideológica informa que outros dois promotores estaduais fizeram um "notável serviço de inteligência" no MST, e essa arapongagem concluiu que o movimento social tinha uma "estratégia confrontacional", que seria comprovada pelo material apreendido em acampamentos: livros de Paulo Freire, Florestan Fernandes, José Martí, Che Guevara e do pedagogo russo Anton Makarenko. De acordo com os promotores, é prova de intenção de atentar contra a segurança o uso de frases como "a construção de uma nova sociedade", "poder popular" e "sufocando com força nossos opressores". Afirmam também que o MST usa de "fraseologia agressiva, abertamente inspirada em slogans dos países do antigo bloco soviético".


Como verdades, são citados dois relatórios do Serviço Secreto da Brigada Militar (PM2). Num deles, o coronel Waldir Reis Cerutti garante que o MST é financiado pelas Farc. "Análises do nosso sistema de inteligência permitem supor que o MST esteja em plena fase executiva de um arrojado plano estratégico, formulado a partir de tal 'convênio' (com a Farc), que inclui o domínio de um território em que o governo manda nada ou quase nada, e o MST e a Via Campesina, tudo ou quase tudo". A inicial da ação do MPE não cita, todavia, conclusão de inquérito da Polícia Federal, que não encontrou nenhum indício de ligação do MST ou da Via Campesina do Estado com o movimento guerrilheiro colombiano.


O MPE, a justiça e o governo gaúcho (com sua polícia) atiraram-se numa marcha da insensatez, usando perigosamente instituições democráticas para restringir o direito de associação e de manifestação política e o direito ao voto. Esse é um preço que o MST gaúcho pode pagar agora, mas o país todo paga também no futuro.


Incentivar a histeria da direita com discurso de fazer inveja aos militares que comandaram o país entre 1964 e 1985 é um caminho a ser evitado. Pode parecer simplesmente ridículo estimular ofensivas contra movimentos sociais com discursos anti-subversivos. É ridículo, de fato, mas não só isso: é igualmente perigoso.


Artigo da jornalista Maria Inês Nassif, publicado hoje no jornal Valor (de São Paulo).


49 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

Ontem no Conversas Cruzadas que teve a participação do sub-procurador do MP-RS, Raul Pont e o fraco advogado do MST ficou esclarecido que o MP não é contra o MST. Ele é contra aos excessos cometidos pelo MST e que devem ser evitados. Existem provas contundentes e esse até é um fato notório de que quando o MST invade empresas ou fazendas ele depreda, saqueia, picha, incendeia veículos, mata animais etc. Este é o ponto que está em debate e a opinião pública gaúcha -- e ninguém pode ter dúvida disso -- está de pleno acordo com as medidas adotadas pelo MP-RS. Ontem houve nova goleada 88% a 12% a favor do MP-RS. É claro que pessoas vão questionar todas essas assertivas, assim como se questionou que membros do MST - que foram condenados pela Justiça -- não mataram um soldado da BM no início da década de 90 no centro de Porto Alegre. A mentira e a omissão faz parte do jogo político.

André disse...

A questão não é essa. É o conteúdo do relatório, as expressões de ódio e discriminação. Ora, O sub-procurador, forçado pela reação das pessoas que pensam diferente, recuou. Como bem apanhado no artigo, que a mim envergonhou o Rio Grande amado, há uma tentativa de calar as vozes dissidentes. E tu, pelo visto, aplaudiria de pé se isso acontecesse. Mas diferente do tempo dos teus ídolos militares-ditadores, estamos muito melhor organizados e vigilantes. A defesa da democracia é a defesa do homem.

Vitor disse...

O texto da jornalista é de uma lucidez arrebatadora. É um caso de atentado à democracia que repercute em todo o Brasil.

Carlos Eduardo da Maia disse...

André, é fundamental defender a democracia. O que acaba com a democracia é a intolerância, como ocorreu com a república de Weimar. Ninguém tem que calar voz dissidente, nunca defendi isso e não é isso o que o MP-RS está fazendo. O que se pretende fazer é evitar a violência. OU vc duvida, André, que o MST não utiliza da violência como forma de luta?

André disse...

Evidente que há violência. Isto é da luta, é da sociedade que vivemos. Ou você não sabe que estes senhores feudais, nossos estancieiros, tem milícias armadas, compostas muitas vezes por soldados da brigada ou do exército? Farc não pode, mas milícia armada como na Colombia para defender propriedades improdutivas, cujos proprietários se ebaldavam na europa com dinheiro do Banco do Brasil (ou se tivessem menos refinamento, comprando carros e caminhotes importadas) retirados a pretexto de produção? O que não é admissível é o que o Estado se utilize de métodos violentos para defender apenas um lado. A sociedade é de todos. Queres combater os excessos? Combata nos dois lados. A leitura da matéria é bastante clara. O MP/RS, a brigada e o Governo do Estdo (PSDB, PPS, DEM, PP, PTB, PMDB)querem é calar, acabar, matar com os movimentos sociais.

Anônimo disse...

Ai, parem de responder para o Maia e deixem que ele vá fazer seus comentários óbvios de papagaio no blog da Rosane de Oliveira.

Eu tenho um boné do MST em casa, será que estou na mira do MPE?
Não concebo a idéia de que um estado isolado possa tecer toda uma rede de conspiração contra os movimentos sociais!! Não há alguma esfera superior que possa intervir nesse MPE? Pq está claro que estão agindo por conta de suas relações pessoais e ranços ideológicos.

Não existe mais estado. Acabou-se, o que temos hj aqui no Rio Grande do Sul é um conjunto de párias que governam nosso estado em benefício de sua própria gente.

sil

Anônimo disse...

O que está claro é o seguinte:

O MST precisa ser calado e não pode ter posicionamentos político.

Pelo menos que não sejam contrários aos principios que guiam o MP, a BM, e desgoverno, que formou a quadrilha do Detran, Daer, Banrisul, etc.,.

Isto é o ressuscitamento do facismo, lógicamente que embasado e apoiado pelo PIG, da RBS ao canalha do Maia.

Claudio Dode

Anônimo disse...

Vamos ver:

O Busatto disse o que disse com relação ao roubo de dinherio e foi para a praia no nordeste, certamente com dinheiro público, porque recebia do estado, e os guardiões da lei o que fizeram?

O tão digno Thums e seus colegas que atitude tomaram?

Claudio Dode

Carlos Eduardo da Maia disse...

Então, André, vc admite que o MST utiliza a violência como forma de luta, isso já é meio caminho andado. E vc argumenta que existe -- e eu também concordo -- violência do outro lado, dos latifundiários. Mas o MST não invade apenas fazendas, ela invade indústrias, como fez com a Bunge ou aqui com a Aracruz, dizimando os trabalhos de pesquisa. E isso em um estado democrático de direito é um ato ilegal, criminalmente punível e inconcebível do ponto de vista político, porque estamos sim vivenciando os bons ares da democracia que deve ser aprofundada. Há formas e formas de luta e o governo que está no poder, o PT sempre se disse amigo do MST. Que o MST pressione o governo e o PT em favor da política que ele entenda melhor para um Brasil mais justo, mas não venha fazer o que está fazendo, dizimando plantações, aniquilando pesquisas, matando animais, impedindo o livre fluxo das pessoas. Esta é uma luta burra, uma luta ignorante e que está apenas levando a opinião pública a idéia de que o MST é apenas um bando de marginais. Está na hora de o MST rever suas formas de luta.

André disse...

Eu admito. O que você não admite é o abuso cometido pelo MP/RS, pela Brigada Militar que, sem motivo algum, usa de violência para evitar os protestos. Aliás, o motivo é meramente ideológico. Outra violência é praticada por estas multinacionais referidas que controlam a produção de 85% dos alimentos do mundo causam ao aumentar preços, reterirar produtos do mercado, sem se importar com a fome dos seres humanos ou com a qualidade de vida das pessoas. Esta é uma forma de violência que você, que nunca passou fome ou necessidade, será capaz de entender, pois só tem o pescoço virado para a direita, usa viseira nos olhos e acredita naquilo que a grande imprensa, patrocinada por estas multinacionais, divulgam. Como sei disso? Veja quem são os grandes patrocinadores dos jornais e programas jornaliísticos de rádio e tv e, inclusive, dos blogs no qual te informas. Pelo menos, para crítica, tu lês o que se escreve na mídia alternativa, talvez tu consigas curar tua dor no pescoço e veja o outro mundo que existe a tua esquerda.

Anônimo disse...

André,

Se o problema é o relatório, as expressões, o problema a teu ver é de semântica, não de luta por terra. É uma questão passional, irrealista.
O básico da questão precisa ser entendido. O MST não existe juridicamente, não pode ser responsabilizado, processado. Por isso, ele não acredita e não respeita a sociedade democrática de direito. Quando se ameaça trazê-lo para a responsabilidade pelos seus atos ou declará-lo de fato ilegal - como o PCC, que não tem personalidade jurídica, mas existe e atua de verdade - tem gente falando em caça às bruxas. Exagero.

É simples. Invadiu, depredou, tem de responder na Justiça, pagar pelos danos.

Por que o MST não invade mais o INCRA???? Não é o governo federal o responsável por desapropriar, comprar terras, criar assentamentos?
O QUE LULA E O INCRA ESTÃO FAZENDO??

No Conversas Cruzadas de ontem, o Raul Pont disse que o Incra tem dinheiro, mas faltam terras n0o Estado. Ora, se tem dinheiro, vai às compras, assenta. Tá cheio de gente falida querendo vender as terras. Se não tem dinheiro, que revise os índices de produção e desaproprie pela função social.

O que não pode é a gente ter de aturrar os vandalismos do MST sem que nada aconteça. Parabéns aos promotores.

ZeMario

Carlos Eduardo da Maia disse...

O motivo não é ideológico, André, ele é legal. Está ali na Lei, plantar eucaliptos é legal. Uma multinacional estabelecer indústria no Brasil e no RS é legal. Se o MST não concorda com isso nada lhe dá o direito de invadir essas empresas e destruir seus bens e pesquisas. É disso que o MP está falando em suas ações. E mais, a BM apenas cumpre ordem judicial. Já se passou o tempo em que ordem judicial aqui não era cumprida. O governo que fez isso nunca mais foi eleito. Remember? E a opinião pública do RS está de acordo com o MP. Quer que soletre?

Anônimo disse...

Nossa, tomaram de assalto o Diário Gauche!

gustavo disse...

Realmente aqui esta acontecendo uma ofensiva dos pseudo-ideológos da elite orgânica:"filhotes da ditadura". Mas concordo que não se deve nem levar em conta argumentos preconceituosos formulados a partir de um ideário facista. A questão a meu ver, é cobrar do ministro da justiça, autoridade máxima nesta competencia, a se pronunciar contra este ataque ao estado de direito democrático que esta sendo armado a partir do MP gaucho. Os apontamentos do MP estão baseados em suposições absurdas,baseando-se em leis do regime-civil-militar que estão desconstituídas de valor moral, pois existiram com o único fim de cercear a liberdade de expressão e opinião políticas. O ministro Tarso Genro tem de se posicionar a respeito!

Carlos Eduardo da Maia disse...

Não existe nada de fascista nessa discussão do MP. Fascista é aquele que quer impor seus ideais na marra. Fascista é aquele que invade uma fábrica porque não gosta de multinacional. Fascista é aquele que aniquila pesquisas e plantações porque não está de acordo com seus ideais. Quem tem que se posicionar a respeito da petição do MP não é o poder executivo, o ministro Tarso Genro, mas o próprio Judiciário. E este, em primeira instância, já se posicionou deferindo a tutela antecipada porque verificou verossimilhança nos motivos apontados.

Anônimo disse...

Se o fascista é alguém que quer impor um argumento na marra então, concluo, o Maia é um FASCISTA.

Como queríamos demonstrar.

fabricio disse...

E O PCC ATUA NOS GOVERNOS DO PSDB !! ISSO É PIOR !! EXISTE UMA AFINIDADE PROMISCUA ENTRE ESTAS FACÇÕES PCCxDIREITA/MÍDIA!!!

gustavo disse...

Nada de fascista na posicionamento do MP, nem de político, nem de ideológico?!Com certeza!Assim, Maia, como tuas opiniões também não são ideológicas, não é?!Só tu acredita nisso, tua doutrina todos conhecemos!

Carlos Eduardo da Maia disse...

O Marcola do PCC se chama Marcos Willians Herbas Camacho e é irmão do deputado de nome: Gabriel Herbas Camacho do MAS, partido de Evo Morales.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcola

Anônimo disse...

Então querer destruir com o movimento social porque não gosta da posição política, é o que?

O MP quer acabar com o direito do MST de se manifestar, e não é na guarda da lei, não. É na divergência política. Este é o fato.

O agravante é a utilização de uma instituição pública para atingir os objetivos políticos do sub-procurador, com a violenta colaboração de outra a BM.

Se isto não é fascismo não sei o que pode ser.

Agora o Maia e sua laia são fscista são, a negação é só para manter a mentira em pauta.

Claudio Dode

Anônimo disse...

Para os idiotas seguidores do PIG, e que não sabem nem o que significa Reforma Agrária:

Reforma Agrária não é somente a compra de terra mas a fiscalização da função social da mesma.

A questão que ninguém quer tocar: a da produtividade, que os agronegocistas e os militantes do agrobanditismo, não querem. Esta
é a verdadeira violência.

Claudio Dode

Anônimo disse...

Multinacional comprar terra na faixa de fronteira é proibido.

Está na lei.

E o que diz o canalha do Maia e o brioso MP: O guardião da lei.

São tudo bonzinho.

Claudio Dode

Anônimo disse...

A Bunge comprar grande parte do arroz produzido no Brasil, e levantar o preço do jeito que fez,
é absolutamente justo e correto.

E aí onde estão os guardiões da lei e da ordem?

Claudio Dode

Anônimo disse...

Meu Deus, esse Maia e Zé Mário são muito abobados. Sem paciência com eles.

Um, o Maia, é um débil. Dizer que os argumentos do MP não são fascitas, sendo que até mesmo o PIG (com exceção da ZH, é claro, pq a RBS cria um mundo só dela e para ela) reconhece, é dar uma de RBS. "Não estou vendo, não quero ver, não quero aceitar". Meu Deus, é pr isso que esse país não anda. Ou o cara não leu o relatório ou está tirando todo mundo aqui para idiota. Está lá no relatório, BEM CLARO, que o MP fundamenta a posição de que o MST é perigo pq, dentre outras coisas, os sem terra lêem "PAULO FREIRE E FLORESTAN FERNANDES" CONTESTADORES DA ORDEM VIGENTE. Não, isso não é fascimo! Não é ideológico! O MP recupera a história das Ligas Camponesas durante a Ditadura e não fala, UMA ÚNICA VEZ, em DITADURA MILITAR mas sim em "MOVIMENTO POlÌTICO-MILITAR DE 64". Até mesmo a história oficial já superou isso. Não, mas isso não é fascimo! Não é ideológico! Nós é que somos burros!

Em segundo, esse bobão do Zé Mario fica recuperando a história do CNPJ. Somente gente taipa - ou que quer ser taipa - é que não entende o que significa um MOVIMENTO SOCIAL. Se a Justiça quer indiciar alguém, pode fazer com qq um pessoalmente que se apresente como liderança do MST, não precisa de CNPJ. Um MOVIMENTO SOCIAL não tem CNPJ pq ele não se constitui e se constrói a partir de uma entidade mas sim de pessoas com fins/vontades em comuns que se organizam em torno de uma causa comum.

Pára de encher o saco e vai ler um livro que preste. Só falta dizer as besteiras despolitizadas de sempre, como "daqui a pouco o MST vai pegar a sua casa ou o seu carro". Dããããããããããããããããããã.

Pelo amor de Deus, vão para o Clic RBS e nos deixem em paz. Essa ignorância pode ser contagiosa.

Ana Maria

Blog do Cavalcanti disse...

Lendo alguns comentários vejo muito radicalismo em alguns. O MP faccista? E o MST é o quê? Um grupo de terroristas, nada mais que isso. Não querem nada de trabalho na terra. O início deste movimento foi de fato inovador e autêntico. Mas isso há muitos anos. Agora é uma turma de marginais engrossados por vários vagabundos, liderados por gente com aspirações políticas. É só ver quantos políticos são eleitos, cuja base está no MST. Cometem uma série de crimes, invadindo propriedades, depredando...São o quê? Revolucionários??? Discurso rançoso, antigo e imbecil. Viva o Che!!!!! Que gente atrasada
Os tempos são outros, graças a Deus, mas muitos pararam no tempo.

Daniel disse...

Hoje o alvo é o MST. No futuro, quem sabe, os blogs. Nem todos, claro.

gustavo disse...

Agora só falta o Maia dizer que o ministro da justiça, tal qual o mst, também não pode se manifestar a respeito da violação do estado de direito democrático!Temos um novo reaça de plantão por aqui a dizer que existem posicionamentos radicais, como se o comentário dele não fosse o mais "extremista-fascista-irresponsável"de todos os colocados

Anônimo disse...

Vejam o que Lula disse recentemente sobre a questão agrária no país:

"Na hora que você tem geração de emprego, há menos gente para os assentamentos. Em cinco anos e meio nós desapropriamos 35 milhões de hectares de terras, e o governo passado em oito anos desapropriou 18 milhões de hectares. Chega um momento, quando você assenta 501 mil famílias, que o problema não é mais assentar. Nós tomamos na semana passada a decisão de fazer os assentamentos produzirem mais alimentos. Chegou a hora de dobrar ou triplicar a produtividade das pessoas que estão no campo. Não podemos permitir que fiquem apenas naquela agricultura de subsistência. Precisamos dar condições para produzirem e ganharem dinheiro. As pessoas têm que saber que ganhar dinheiro é bom.”

Aos que me chamam de fascista, peço que avaliem a ocupação agrária no país. São 77 milhões de hectares para assentamento e igual território para o agronegócio.

Quer dizer, faltam terras para a reforma agrária ou falta um modelo mais eficiente, que possibilite ao assentado de frato produzir e viver melhor?

Vocês ficam tão envolvidos em suas paixões partidárias que não conseguem ver a realidade e se limitam a acusar quem discorda de fascista e outros termos mais baixos.

Vamos estudar o assunto, gente. Comprar o discurso "popular e solidário e camponês" do MST é ingenuidade.

Palemordedeus!!

ZeMario

Anônimo disse...

Ana Maria,

A sua escalada ofensiva reflete o espírito do movimento. Se não concordam comigo, saio no pau.

Ignorar a questão do CNPJ, constituição legal, é simplesmente ignorar a ordem legal vigente. Por isso, você libera geral a baderna.

Ana Maria, a questão é simples: fez merda tem de ser responsabilizado. É isso, nada mais que isso.

Ler um livro que presta? Qual sua sugestão, Sra. Inteligentzia.

ZeMario

Carlos Eduardo da Maia disse...

A Ana Maria deve ser daquelas professoras - infelizmente existem muitas por ai -- que impõe a ideologia aos alunos, tal como se faz nas aulinhas do MST. Qual o modelo? É o cubano, of course! É o velho pensée unique que ignora qualquer tipo de diversidade. Livro bom é o do Paulo Freire e do Florestan Fernandes, o resto é o resto. E ela acha que isso é o certo e chama os outros de fascista. Fascismo é impor ideias na marra, é o que faz o MST. Eu acho que uma escola tem que mostrar o que ensinou o Paulo Freire, mas tem que mostrar outros autores de outras linhas ideológicas, assim como o ensino não deve preparar APENAS para a cidadania, ela também tem que preparar para incluir as pessoas no mercado de trabalho, mas os fascistas assim não entendem, porque eles querem impor apenas uma linha de pensamento e e quem pratica a salutar crítica é visto como fascista. É a total inversão de valores. Sorry!

Anônimo disse...

Tomaram de assalto aqui mesmo.
Ofensiva nas ruas, ofensivas nos blogs. A direita sempre se movimentou dessa maneira historicamente. E está aí um dos grandes problemas dos insucessos (à excessão de Cuba) das revoluções populares: a falta de ofensiva intelectual, cultural.
Não adianta fazer o embate somente nas ruas mesmo. Está aqui, provado. Eles caceteam na rua, recrudesce-se a violência de sobremaneira, direitos civis são desrespeitados absurdamente e se põe, então, o exército pseudointelectual nos espaços de debate para amenizar os fatos.
Com argumentação absurda, burra (porque sem fundamento algum) e insistente, minam a paciência e vencem pelo cansaço, até que tudo pareça se normalizar com o tempo. Amenizam-se os ânimos à medida que os batimentos cardíacos de acelerados, no pico da leitura, passam a reduzir e as mãos param de tremer... A raiva dá lugar a um sentimento de torpor, de anestesia, que rapidamente se transforma numa tristeza profunda, em indolência, que reflete incapacidade - o que fazer?!
É assim que eles funcionam. Batem nas ruas e batem por aqui. E assim sempre foram felizes as revoluções da elite, do capital, porque agiram no campo do imaginário, do pensamento. Emburrecer as pessoas é tática perfeita.
No nosso caso, no microcosmos do Diário Gauche, cabe ter a consciência de que essas pessoas não têm a menor intenção de debater, mas, sim, de impor e confundir. São anônimos que, inclusive, SÃO PAGOS para fazer exatamente este papel - mercenários ideológicos, um jogo pesadíssimo.
Aqueles que não o são, pobres coitados. Defendem arduamente aquilo que sequer entendem. Pobres ingênuos, cresceram em um casulo e, na hora de virar borboleta, algo deu errado e saiu uma mariposa. Hoje, debatem-se contra as "luzes" dos faróis que colocam em sua frente. Pobres, já velhos, com capacidade cognitiva em baixa, não conseguem mais aprender, só repetir - quem foram os pais dessas crianças???
De acá, na tristeza da existência desses seres, sobra a solidariedade, até mesmo aos infâmes de discurso pago e fácil, mas principalmente a certeza de que vocês não nos destruirão.
Estaremos sempre aqui, lutando.
Estaremos sempre aqui, assombrando o sono de vocês.
Estaremos sempre aqui, inclusive, para estender-lhes a mão...

Guga Türck

Anônimo disse...

O Maia,

Mentiroso e canalha como sempre, vem trazendo mais alguns filhotes fascistinhas para cá como o Imbecil do "Gustavo" e o Zé Mário.

Se alguem gosta de ler o livro do Florestan Fernandes ou de quem quer que seja é um problema de escolha de cada um. É um direito e é democrático.

O Anti democrático, canalha e fascista é querer impedir alguem de ler o que não seja do agrado dele. E é criminoso usar uma instituição publica para satisfazer seus anseios politicos pessoais.

Ninguém é obrigado a ir para as escolas do MST, que pode usar o modelo pedagógico que melhor achar. É um direito, é democrático.

O que é antidemocrático é querer proibir escolas (o eixo politicio é da Yeda, e seus ardilosos correligionários). O que é antidemocrático é querer que uma escola tenha a proposta pedagógica que quiser, como se o modelo fosse só o da Yeda.

Agora fechar escolas é um crime de lesa a Pátria.

Fechar escola pública ou gratuita é uma condenação dos pobres, sem julgamento.

Criminoso é usar uma instituição publica que deveria ser a guardião da lei, para fechar escolas.

É por isso que voces são facista o Maia.

Se voces só não gostassem da leitura do Florestan Fernandes ou do Paulo Freire seriam só reacionário.

Claudio Dode

André disse...

Abusurdo o que escreves, Maia. Absurdo. Não sei em que época foste alafabetizado, mas eu fui em 77, portanto dentro período de ditadura militar (que saudades hein, Maia). Naquela época, e depois, não havia a menor hipótese de termos acesso a qualquer tipo de informação diferente. Hoje, se pegarmos nossas universidades, o pensanmento único de direita ainda é predominante. Qualquer variação à esquerda é vista com maus olhos, como os teus Maia. Isto sim é impor uma verdade, mesmo que os fatos contradigam a informação.
Maia, perceba algo. Se prevalecer a visão do MP/RS, talvez um dia TU não possas dizer tuas insandices pois poderá atentar contra a "segurança nacional". Lembras do corvo Lacerda que provocou o suícidio de Vargas e a cassação e morte de Jango? Pois é, ficou incomodo para a ditadura, coincidentemente morreu...Tudo em nome da "segurança nacional". Ora, faça-me o favor, um órgão como o Ministério Público se valer de leis da ditadura, que não foram recepcionados pela atual Constituição, para justificar uma persiguição ideológica é abusurdo.

Anônimo disse...

Pelo menos agora está vindo a público. O exército e o Serviço de Inteligência Nacional já fazem este tipo de monitoramento há tempos. O que assusta é o MP se meter nesse meio. O discurso da intolerância e da repressão passa do campo de futebol para o campo, e deste para as telas e ondas das cidades tudo ao mesmo tempo agora de maneira perigosa e assustadora.

Carlos Eduardo da Maia disse...

O Guga Turck prometeu para todos textos sobre sua viagem a Cuba. Começou falando sobre sua estadia em São Paulo, antes da viagem e depois parou. Parou porquê? Por que parou? Parou porque ele não tem nada de novo a dizer sobre a ilha da dinastia Castro que proibe, porque tem uma lei de 2004, de que as pessoas acessem a internet de suas casas. Sabem por que? porque não é prioridade. O politburo da esquerda e suas desculpas esfarrapadas. Não é prioridade e o povo, nosso escravo, não vai ter acesso. É assim que funciona os regimes autocráticos de esquerda. E agora inventam que as pessoas que exercem a critica não querem debater que são pagas para fazer cizânias nos blogs de esquerda. Santa injustiça. Eu não sou um "mercenário ideológico", eu sou apenas um pequeno blogueiro integrante do MPB, Movimento dos Pequenos Blogueiros aliado do MSB, Movimento dos Sem Blogs, que quer debater sobre assuntos importantes. Mas não interessa a certas patrulhas o debate franco, aberto, leal e educado. Interessa isso sim a catequisação ideológica.

Anônimo disse...

Isso, é bem assim mesmo.

Guga Türck

Clairton disse...

Concordo plenamente com o Zémario:" a questão é simples: fez merda tem de ser responsabilizado. É isso, nada mais que isso".
Só não entendo porque os marajás do MP gaúcho não começaram a sua cruzada de limpeza da merda com o ZO de zéotávio, o vaz neto, o dornéu, o busatinho, o delson (délcio) martini, a ieda, o lemos e o simon, e vai por aí a fora que a lista é grande...
Quanto a sr. da maia, depois que ele confessou que abusa ao volante de um automóvel por excesso de licor de ovos (eu, hein!) me admiro que ele compareça diariamente em blogs freqüentados por gente ordeira e civilizada.

Guga Türck disse...

Eugênio Neves, Claudia Cardoso, Gustavo Türck, Têmis Nicolaidis, Jefferson Pinheiro, André de Oliveira, Marco Aurélio Weissheimer, Cristóvão Feil, Kayser, Hélio Sassen Paz, Marcelo Duarte, Rodrigo Cardia, Jean Scharlau, Luiz Carlos Azenha, Wladmir Ungaretti, Julio Garcia, César Schirmer, Jeferson Miola...e por aí vai.

São NOMES! Todos blogueiros, dando a cara pra bater. Vai lá, procura no Google. É bem possivel que se achem fotos, endereços de moradia, telefones...
E aproveita e manda a tua polícia controlar esses conspiradores. Grampeia os telefones, ameaça, vai. Não vai conseguir nos derrubar. Porque, se caírmos, vem mais gente atrás.

E quem é "maia"?! Um bosta atrás de um pseudônimo.
Então, velho, mostra a cara aê e limpa bem essa boca antes de falar de qualquer um desse pessoal, ok?

Covarde!

Anônimo disse...

Ô Maia,

Tu e o teu pessoal de uma certa direita é que ficam patrulhando o blog dos outros, já que no de vocês ninguém frequenta. Esta é uma boa pesquisa da credibilidade tua e desta certa direita. Nada!

Agora o para debate ser franco, aberto e leal precisa estar calcado na verdade.

E não pense que meias verdades e maledicência, mesmo com grande destaque para o "uso correto do vernáculo", são sinal de educação, não são! E com certeza são o contrário de franqueza, abertura e lealdade.

Claudio Dode

Carlos Eduardo da Maia disse...

Guga, debata sem ranço, cara! Tenha coragem de debater. Tu mesmo prometeste falar sobre Cuba e não falou nada. Por quê? Tem medo da crítica? Qual o problema de ser criticado? Vamos levantar o nível do debate. Não acredito que esse blog aqui tenha sido construído para o pensamento jogral, onde todo mundo concorda com todo mundo. Acho que a política se constroi exatamente no debate amplo, aberto e sincero. Mas vocês evitam debater com qualquer pessoa que critica o MST, como se fosse um movimento que estivesse além do bem e do mal, longe de qualquer tipo de crítica, que fosse absolutamente perfeito. Por quê a opinião pública gaúcha e brasileira tem reservas com o MST? Porque sua tática de luta está errada, mas vocês não admitem discutir isso. Tergiversam, fogem do debate e partem para a agressão. Falou mal do MST é fascista. Basta daquele chavão de que MST é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo. O MST que é comandado sim por uma elite está colhendo os frutos que o movimento plantou, mas esse tipo de crítica e discussão não interessa a vocês, porque a crítica desaliena, faz as pessoas pensarem e isso vocês não estão interessados em fazer. O importante é catequisar e impor as idéias.

Anônimo disse...

Esta noite centenas de milhares de crianças, mundo afora, irão dormir na rua.

NENHUMA É CUBANA!

Claudio Dode

Anônimo disse...

Ô Maia,

Sempre distorcendo:

Você não é fascista por ser raivosamente contra o MST.

Você é raivosamente contra o MST porque é um fascista.

A opinião pública que tu deves olhar é a que não vai no seu Blog. Sabe porque? porque tu és uma personalidade politica nojenta. Podre de fascista.

Já te apontei várias marcas do teu fascismo, e são por eles que demonstras tuas frustações e agressões ao movimento social, em especial ao MST.

Melhora muito que aí talvez nem precises vir encher o saco neste blog, talvez alguém se interesse pelo teu.

Ou quem sabes no lugar de discutir Cuba, vamos criticar o novo jeito de governar Yeda/Busatto?

Claudio Dode

Guga Türck disse...

Mostra a cara anônimo.
Daí a gente pode começar a conversar...

Anônimo disse...

Dode!
Vá morar em Cuba ou PQP!
Tú é ridículo. Chama o Maia de canalha porque não tens argumentos.
Você é um verme.
Como dizia o Todeschini na época de faculdade: " O reitor é uma verme! E o que a gente faz com um verme? Pisa em cima dele!" . Isso nos idos de 1982. Lá na Ufpel.
Não lhe conheço pessoalmente, nem faço questão, mas me faz lembrar daquele gazeteiro, hoje vereador pelo PT em Porto Alegre.
Da mesma forma que usas para contestar opiniões contrárias, ele as usava.
Vá ser bem cuidado em Cuba, ou seja candidato a vereador em Porto Alegre.
Obs: O Todeschini era muito mais inteligente do que você.


Ramiro Ibanhes

Anônimo disse...

Ramiro

O maia é um canalha público e notório. E os teus "argumentos" são iguais ao dele. Portanto...

Anônimo disse...

Ramiro Ibanhes.... se falas assim com tanta propriedade do Todeschine e seus tempos de faculdade.....deves então ter estudado na FAEM, olha tche!!!! fiz a faculdade em 5 anos- em 2000 era anual, fui do Danv, da Feab, não gazeteava, nunca rodeio ou repeti ano, assim como parece que vc tb, mas sou de esquerda, militante por toda uma vida e assim me manterei, mas uma coisa te pergunto, da turma de 1982 ficou a historia na faem do Todeschine, do Lino de Davi e outros, mas ninguem lembre de alguem chamado de Ramiro.... Ha sim...vc não tinha tempo destas frescuras, estavas envolvidos e atento as aulas do Moacir Elias, do Barros, dos fascista do Dep de Engenhearia agricola estudando como medir areas, fazer curvas de nivel com aparelho chamado Vasconcelos - Lembra, pois é, ate o vasconcelos ja ta ultrapassado, ja viste falar em GPS?, ou quem sabe estavas fazendo alguma pesquisa michuruca com o pessoal das sementes, ou pior ainda de lacaio do Fachinelo..... bha tche, te fiz lembrar teu passado de omissão, de covardia, pois pelo que sei, em 1982 existia muita luta contra a ditadura, é de que lado estavas????
Pampeano

Anônimo disse...

Ramiro Ibanhes:

Não sei porque envolveste o Todeschini, meu particular amigo, e no passado companheiro de várias lutas, que respeito muito principalmente o seu mandato que é popular.

Mas para saber não serei candidato nem em Porto Alegre nem em lugar algum. Mas sei que é um direito meu com certeza, e que em nenhum caso gostaria de ter o seu voto ou o do Maia, ou alguém da mesma laia.

Para teu conhecimento, e autoidentificação, chamo o Maia de canalha pela sua utilização de meias verdades e mentiras em maledicência, para agredir e desqualificar as pessoas que se identificam como esquerda, ou representam politicamente.

Quanto a ir morar em Cuba até que não é descartada enquanto sugestão.

Agora se isto significa a vontade de mais um fascista, continuarei a contraditar e a chamálos de canalha. Aliás já te inclui na lista. O Canalha do Ramiro.

Claudio Dode

Anônimo disse...

"A mentira e a omissão faz[sic]parte do jogo político." O Maia pra variar atirando no próprio pé... rsss

Anônimo disse...

"A mentira e a omissão faz parte do jogo político."

O Maia saindo da escola de formação do Busatto.

Claudio Dode

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