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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

quinta-feira, 10 de abril de 2008


Começa legalmente a farra das papeleiras no RS

O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou, ontem, por unanimidade (19 votos) o Zoneamento para a Silvicultura, tornando o RS o primeiro Estado a ter diretrizes para o investimento em florestas extensivas que se destinam à fabricação de celulose e papel.

A Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) obteve liminar da juíza Kétlin Casagrande, da 5ª Vara da Fazenda Pública, que impediu a apreciação do texto. A liminar foi cassada no início da noite pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Armínio José Lima da Rosa. Nos bastidores, comenta-se que a própria governadora Yeda Crusius mobilizou-se para ajudar na cassação da liminar dos ambientalistas. Para o presidente do Consema, Otaviano Moraes, “o zoneamento é essencial, porque mostra à sociedade que a silvicultura tem limite no Estado e ainda traz segurança jurídica às empresas”. A presidente da Fepam, Ana Pellini, concorda. “Quando as empresas adquirirem uma área já saberão como usar”, frisou a dirigente.

Durante à tarde, o conselheiro da Agapan Flavio Lewgoy criticou o Consema. “Isso é uma matéria técnica. O que está sendo feito são manifestações de juízo de valor.”

.........

O fato é que o RS a partir de agora é território livre para o desequilíbrio ambiental generalizado. As normas ontem aprovadas significam uma não-regulamentação, um não-zoneamento, assim como a monocultura extensiva de eucaliptos significam uma não-silvicultura.

A presidente da Fepam, Ana Pellini, amiga pessoal da governadora Yeda, usou de uma franqueza constrangedora para um agente público: “Quando as empresas adquirirem uma área já saberão como usar”. Isso prova que prevaleceu o estrito interesse dos grandes investidores em papel e celulose – as chamadas papeleiras – , e que o Estado e seus atuais dirigentes estão capturados pelo interesse privado em prejuízo do interesse público.

Mas a sociedade e seus movimentos sociais precisam reagir com firmeza. Isso não pode ficar assim. Está em jogo o presente e o futuro do bioma Pampa. O poder público estadual está sendo negligente e precisa ser chamado às suas responsabilidades constitucionais.

As novas diretrizes ontem aprovadas significam uma tácita declaração de que o Estado abre mão de suas responsabilidades na preservação e conservação ambiental. Isso se constitui em grave violação da Constituição do Estado e um gravíssimo desrespeito à Constituição Federal.

A sociedade e a União precisam reagir.

72 comentários:

Carlos Eduardo da Maia disse...

É impressionante como qualquer investimento produtivo no campo é visto com péssimos olhos por certa esquerda. Assim aconteceu com os transgênicos, liberados pelo governo do PT, e agora acontece com as papeleiras. Assim aconteceu também com a chamada monocultura da soja. Certa esquerda vai ser sempre contra a qualquer tipo de investimento no campo e se coloca como grande perita no assunto. Alguém sabe de alguma pessoa que tenha morrido por ter ingerido produto transgênico? E por que os produtores gaúchos, inclusive os pequenos, estão plantando eucaliptos? Porque é uma forma muito viável de gerar bons negócios, boas rendas, muito melhor do que plantar outros produtos. Existe mercado para isso. Mas isso não interessa a certa esquerda que tem o pensamento monolítico direcionado no seguinte sentido: campo é terra da agricultura familiar e nada além disso. Nem mesmo o Stédile acredita mais nisso, isso é raciocínio de século XIX. Por isso digo e repito, a esquerda brasileira só vai conseguir construir um Brasil melhor e possível quando se livrar dessas impressionantes algemas ideológicas do reacionarismo.

Baiacurs disse...

Sr. Maia,
Já que plantar eucalipto é tão bom que "até os pequenos estão plantando", e o sr. quer tanto defender esse negócio, tenho uma proposta:
Façamos uma reforma agrária, e estimulamos a plantação de eucalipto, como agricultura familiar!
Resolveremos dessa forma todos os problemas!!!
Veja bem: Os gringos e seus capachos não precisarão mais brigar com esses verdinhos da Agapan, que no fundo são tudo comunistas disfarçados mesmo, o MST vai ter seu movimento esvaziado, e as papeleiras terão sua matéria prima!

Pense bem, com isso é capaz até do tucanato se reeleger, isso aí pode dar mais votos que o bolsa-família!

Anônimo disse...

A questão é a seguinte Maia: é produção sustentável ou não?

Não, não é sustentável. O investimento é predatório, vai desarranjar a cadeia biológica do bioma Pampa, vai desertificar o cenário e causar inúmeros outros prejuízos ao homem e à Natureza.

Então, não serve. Me diz porque essas empresas européias não fazem esses investimentos nas suas terras de origem?

Aguardo resposta racional.

Juarez

Anônimo disse...

Baiacu
Assentados do Incra na Zona Sul plantaram eucaliptos para a Votorantim. O Incra mandou arrancar, coisa que os lacaios do MST fizeram com gosto. O argumento? Em terra de reforma agrária, só "alimentos", disse o Incra à imprensa na época. Mas a lei fala em "alimentos e matéria-prima".
Os assentados viram nos eucaliptos um jeito de usar 20% de sua terra e vender um produto daqui a 7 anos, recebendo assisténcia técnica e garantia de compra (madeira + $ = bão!).
O Incra disse não
A polêmica do zoneamento é, na verdade, "socialistas" reclamando do capitalismo que faz muitos países de bem-estar social e ambiental. Preferem o regime de Fidel, admiram Evo Morales, Chávez, bravateiros jurássicos.

O muro caiu em 89!

ZeMario

Anônimo disse...

ZeMario você é mentiroso. Onde estão as provas de que o Incra mandou assentados cortarem mudas? Isso é ficção sua.
Vc. sustenta um argumento baseado numa mentira.
Que é, acha que estamos vestindo bombachinha?
Vai mentir pros teus escravos.

ju

Carlos Eduardo da Maia disse...

Não vamos ser maniqueístas e reducionistas ao ponto de negarmos que agricultura familiar e plantação de eucaliptos são investimentos excludentes. Não são. Não existe nenhum estudo técnico imparcial que afirme, prove e comprove que floresta de eucalipto vai causar prejuízos aos homens e à natureza. E acho sim que não interessa ao MST que o campo se desenvolva, porque esvazia o movimento e por isso fica defendendo o absurdo e a patrulha, a meia dúzia de sempre, vai atrás.

Anônimo disse...

Caro Juarez,

Gostaria de contribuir neste debate.
Ser "sustentável" é garantir que funcionem os pressupostos ambiental, social e econômicos da Sustentabilidade.
1) Tem de proteger o meio ambiente - Os novos plantios devem ser de até +/- 500 mil hectares (100 para cada papeleira e 200 empresas menores e produtores). Só a soja este ano avançou 400 mil hectares.
A silvicultura utiliza menos defensivos, mantém a terra protegida por sete anos, na colheita são deixadas cascas e folhas, onde se concentram 80% dos nutrientes da planta, utiliza cultivo mínimo, com plantios em faixas, o que significa que não se passada arado em toda a terra, mas somente em linhas, preservando outras plantas. A silvicultura em grande escala, como a feitas por estas empresas grandes, que tem $$$$ para preservar e recuperar áreas de alto valor ambiental e cultural, tem condições deixar 20% da área para Reserva Legal, como manda a lei. Tem condições de preservar Áreas de Preservação Permanente (APPs), que são córregos, banhados, nascentes, locais de ocorrência de endemismos. O setor florestal aprendeu ao longo das últimas 3 décadas que a melhor maneira de obter maior produtividade florestal era justamente criando um ambiente equilibrado. Por isso, planta-se um hectare, preserva-se outro. Aqui no RS, as empresas plantam em média 40% da fazenda. Esses 500 mil representam 1,5% da área do Estado.
No Brasil temos 5 milhões de hectares de florestas plantadas. O Japão, sem comparação territorial, tem 10 milhões. Estão errados eles, ou nós, que temos solo, sol e água e não sabemos explorar a terra para preservar a vida.
Veja os países nórdicos, como Suécia e Finlândia. Eles tem lá 60% a 70% de suas áreas cobertas por florestas. Evidente que não são eucaliptos, são florestas nativas, mas manejadas em ciclos de 70 anos. Na Finlândia tem uma região (não lembro o nome) que tem 15, 16 fábricas de celulose num raio de 200km. E em que lugar está a Finlândia em matéria ambiental nos rankings mundiais? Number One. Não seria um indício de que as coisas não são tão ruins assim. Veja aqui em POA, com a Aracruz ali do outro lado. Você sente seus efeitos? O Rio Grande do Sul sente algum impacto com os quase 500 mil hectares de eucaliptos, pinus e acácia que existem hoje?
Aqui do nosso lado, o rio Guaíba sofre mesmo é com a merda que lançamos todos os dias de nossos apartamentos. Não com a Aracruz. E por que os ecojornalistas não falam sobre o Dilúvio com a mesma gana, o mesmo entusiasmo de que escrevem contra empresas florestais? Estão estóicos com a cacaca do Dilúvio? Precisam de uma "batalha nova" uma "luta contra os poderosos"?
Pelo seu raciocínio empresas da Finlâsndia e da Suécia são "predatórias", que vão arriscar fazer merda aqui pra sabendo que o mundo hoje é um BBB e que qualquer escândalo faz suas ações em bolsa despencarem em todo o mundo?


2) A cadeia biológica do Pampa nunca foi tão estudada como foi pelas empresas de celulose. Visite a Biblioteca Verda José Lutzenberger e peça para ler os EIA/Rimas das empresas. Trabalhops de altíssima qualidade, feitos por dezenas de pesquisadores, muito iferente do zoneamento da Fepam que foi obra de meia dúzia de pessoas, que não usaram o nome mas não as contribuições de vários especialistas de todo o país, da USP, da UFRGS, da UFSM, da Embrapa, meia dúzia de pessoas guiadas pelo sentimento ...
Os ambientalistas reclamam mas não tem base técnico científico. Querem definir tamanho de mosaicos sem que haja parâmetro técnico para isso. Querem matematicar a natureza!!! Querem números, tabelas, fórmulas. Melhor é definir diretrizes gerais e analisar CASO A CASO, em cada Unidade de Paisagem e Bacia Hidrográfica.
Não vou entrar na questão de que o zoneamento é potencialmente restritivo. Era resritivo à natureza, porque fechava as portas para o eucalipto, mas escancarava a porteira para a cana de açúcar, a mamona, para deixar que o Pampa eseja infestado com 2 milhões de hectares do capim anonni (dados oficiais recentes)...

Essas empresas européias não fazem esses investimentos nas suas terras de origem porque lá não tem mais espaço para crescer. O mais importante é que lá as árvores demoram 70 anos para estar pronta para cortar. Aqui corta-se em 7 anos. DEZ vezes mais rápido aqui. Por esse motivo e porque vivemos um mundo globalizado, investe-se em regiões com maior potencial de rentabilidade.

Este tema é bastante amplo. Seguimos adiante. Meu recado era que tenho convicção e segurança pra dizer que esses investimentos são bons para a economia, a natureza e as pessoas do Rio Grande do Sul. Melhor esperar daqui 30 anos para ver como estarão as coisas, para dizer respeitosamente o velho adágio "enquanto os cães ladram, a caravana passa".

Um abraço

Anthonio Pezzo

Anônimo disse...

Não entendo nada de biologia e afins.
E não precisa de PHD para isso.
Quem conhece um mato de eucalipto por dentro sabe que nada nasce e tudo morre dentro dele. Não sustenta nada. De animais a riachos e afins.

Bem direto e simples.
Vou pegar esse pessoal e levar para dar uma volta no mato....

Em mato de eucalipto, só tem folha seca (de eucalipto), terra seca e silêncio. Que nem um passarinho passa perto.

Só não enxerga quem é burro mesmo.
Me desculpando o palavreado direto.

sil

Anônimo disse...

Taí, quem falou em infiltração hoje?
Esse Anthonyo Pezzo é uma infiltração nos blogs.
Daqui há pouco a Aracruz vai financiar "blogueiros" pra defender o alto sentido socio-ambiental das papeleiras.
Se a coisa é tão boa como o Pezzo afirma, porque então usar recursos autoritários e golpes de mesa como foi ontem no Conselho, empurrando goela abaixo um Zoneamento que não delimita e regras ao sabor do investidor do momento (o chamado caso a caso)? Porque tanto casuísmo com algo tão "maravilhoso" como o deserto verde?
Além do mais esses dados do Pezzo precisam ser verificados e confirmados ou desmentidos.

jorge sá

Anônimo disse...

Sil!

Dentro dos matos de eucaliptos tem bicho sim - é cheio de formiga. Nos capões têm também as caturritas, não sei se nas "florestas" elas vão prosperar, mas acho que sim. Não tem predador.

Mario Rangel disse...

O que realmete importa é o lucro. Se vamos acabar com o bioma e a paisagem do Pampa e dos Campos de Cima da Serra, se vai faltar água no lençol freático, ou se vai morrer o solo, isso tudo é irrelevante. O que o homem planta hoje, colherá amanhã. A natureza sempre cobra com juros o que dela é "tirado". Não sou contra ao plantio de árvores destinadas a produção de celulose, todos usamos papel. Mas não se pode jogar no lixo um trabalho científico de longos anos, que levou em conta centenas de outros artigos científicos e dados, simplesmente para se ter "desenvolvimento", custe o que custar. Aí eu pergunto: Que desenvolvimento se quer? Para quem? E a que custo ambiental e social?
O que vejo é uma política atrasada, centrada no Racionalismo Econômico (LEFF, 2004), onde somente o lucro das grandes firmas é considerado. Como o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves diz, enquanto a sociedade não mudar seu paradigma de desenvolvimento, levando em conta, aí sim, o Racionalismo Ecológico, estamos fadados a ver o extermínio da vida na Terra, nós não, mas nossos descendentes. Nosso planeta é um sistema vivo, Gaia está doente(LOVELOCK, 2007), a utilização indiscriminada da natureza e dos recursos naturais, o consumismo desenfreado, pode romper o equilíbrio desse frágil sistema. Defender esse modelo de desenvolvimento, é defender o indefensável. Pena que se leve essa discussão a nível de direita, esquerda, capitalismo, socialismo, etc. Essa discussão é muito mais profunda. Somete os imbecís não veem isso, é uma pena...

Anônimo disse...

jorge sá,
faça um favor a si mesmo e vá verificar se estes dados expostos pelo cara aí de cima estão incorretos.

Em segundo lugar: você inverteu a lógica. Foi uma dessas ONGs que quis barrar o trâmite normal de votação com uma liminar judicial. Na hora do esperado diálogo, largam fora. Na hora do voto, correm. Elas não foram participar das audiências públicas no interior. Queriam trazer uma audiência só pra POA (de certo achavam que iam plantar eucalipto no Partenon). Retiraram-se de uma das câmaras técnicas que eram minoria e ontem fizeram a mesma coisa na hora da votação. Desqualificar o Consema agora é ignorar tudo o que foi dito durante toda essa lenga-lenga. Taí o Sr. Google para comprovar isso.

E, no mais, o blogueiro que esta há poucos dias enchendo morcilha pelo anúncio de 4 bilhões do Lula, agora fica aí desdenhando investimentos maiores para o RS. Na real o texto dele é uma espécie de tutorial de como a turma das bandeiras vermelhas das esquinas da Lima e Silva deve se posicionar para o fato do RS ser o primeiro estado a tomar uma iniciativa no sentido de nortear o plantio de árvores (apesar de estar longe de ser um dos estados maiores plantadores do país).

Anônimo disse...

Impossível dialogar com vocês. Querem ver se não nasce nada embaixo de eucalipto? Vão pertinho, no bosque de eucaliptos do ZOO, em Sapucaia. Exiustem mais de 150 espécies de plantas.
O documento do Incra mandando os sem-terra cortar eucaliptos eu vou providenciar. Foi assinado pelo superintendente regional, Mozart Dietrich, no primeiro semestre de 2007.
No mais, ambientalistas costumam correr quando são cobrados a expor suas reivindicações e argumentos em bases técnicas. Fogem porque desconhecem o assunto. São uns palpiteiros.
Aragão

Anônimo disse...

Sil, você é burra e cega, faz como disse o Aragão. Vai até o Zôo. Pega o carrinho que papai te deu e dirige até Sapucaia. Da BR-116 você poderá ver o sub-bosque.
Ze Alfredo

Guga Türck disse...

O INCRA não mandou ninguém derrubar matas de eucaliptos. O que aconteceu é que qualquer tipo de arrendamento é proibido em terras da reforma agrária. Ali em Pedro Osório, onde aconteceu isso, os próprios assentados pressionaram o INCRA para a solução do caso, visto que havia uma quebra de contrato ali.
A fila, então, deveria andar.
O INCRA fez seminário (eu filmei!), chamou a Ageflor, chamou os assentados, o MST... Terminou o período do debate, o Mozart CUMPRIU A LEI!
Foi até as terras de assentados e distribui advertências - o que, SEGUNDO A LEI, é o que deveria ser feito mesmo. Na advertência, a explicação do porquê da proibição do arrendamento e a justificativa para uma possível perda do lote por determinada família para que outra, então, usufruísse da terra.
Atendido, então, os escritos da LEI, adequaram-se ao contrato da reforma agrária e derrubaram os eucaliptos da terra - um tipo de cultura que, extensivamente, configura-se em arrendamento - a não ser que o assentado/assentamento tenha uma indústria de carvão ou celulose...
Manipular esse tipo de informação a bel prazer é atestado de mau-caratismo.

Anônimo disse...

Pois vejam que preciosidade deste tal de Pezzo(?):

"Eles tem lá 60% a 70% de suas áreas cobertas por florestas. Evidente que não são eucaliptos, são florestas nativas, mas manejadas em ciclos de 70 anos. Na Finlândia tem uma região (não lembro o nome) que tem 15, 16 fábricas de celulose num raio de 200km. E em que lugar está a Finlândia em matéria ambiental nos rankings mundiais? Number One"

Este é o problema: eles tem florestas NATIVAS e não só de eucalipto (monocultura) com manejos com ciclos de 70 anos. Aí são numero um, a coisa vira casa da sogra é quando vem para cá em um ano plantar 100.000 ha. (monocultura) de Eucalipto acabando com o ecosistema NATIVO.

Entendeu?

Se ele fizessem pelo menos como fizeram no Zoo o consórcio com 15, 20, 30 outras variedades nativas, aí a parada já seria melhorzinho, quase igual ao que ocorre pelas bandas de lá.

Mas não! eles vem aqui é para esculhambar, explorar, vem para tirar em 10 15 anos o que lá eles tem o cuidado de cultivar em 70 anos, não é Pezzo?

Esta estória do Maia de "certa esquerda" é pura embromação de neocolonialista, que quer ver o explorador e admirá-lo, porque não tem mais nada a defender a não ser uma simplória pseuda semelhança na maneira de pensar do explorador.

Claudio Dode

Anônimo disse...

Esse tal de Incra é aquele mesmo que, agindo contra a LEI, repassou documentos da Stora Enso para o MST?
MST aquele que usando PARTE dos documentos justificou uma invasão lá em Livramento?
Invasão aquela que a BM para cumprir a LEI desceu o cacete na mulherada que ignorou o interdito proibitório e foi de foice pra cima de um brigadiano?
Mulherada aquela que tem como líder (tá, é "cordenadora") uma cidadã de bem com treinamento de guerrilha no exterior?

Anônimo disse...

O Anonimato serve inclusive para isso: Defender a Brigada Militar bater em Mulher.

Já dos grileiros (ladrões de terra e criminosos), estes sim com armas e bombas e todo os pre requisitos para chamar de terroristas), lá do raposa do sol, nada.

Bandido com dinheiro é agronegócio!

Anônimo disse...

Claudio Dode!
Vá plantar cinamomos! Coma as bolinhas e delire!

Gabeira

Jorge Vieira disse...

Este blog, realmente, está ficando divertido, além da militância do Maia agora temos os papeleros, os defensores dos eucaliptos e seus derivados, as formigas e as caturritas. Não podem acusar o blogueiro de ser autoritário, aqui prospera a diversidade, ao contrário dos direitosos onde só dá o pensamento único mercadista.

Anônimo disse...

Achei uma tremenda palhaçada, mas já era previsível que isto ocorreria, com tanto lobby (dinheiro) rolando para todos os lados. O pior é ver que é nosso dinheiro, dinheiro público, financiando essas instalações. Seria melhor aplicado investindo diretamente ao produtor (aliás, onde anda o tal plano estadual de irrigação da Tia Yeda?)

Tenho pena, mesmo, dos agricultores, que estão plantando na inocência. Garantia de compra = $$$ ??? Daqui a 7 anos é que vão ver quanto custa "de verdade" essa madeira toda. DUVIDO que valha 7 anos de terra de qualidade, parada e sem produzir NADA. Com certeza vão "rever" os contratos beeem para baixo do valor atual, já que poderão comprar de quem quiser, no menor preço e quando quiserem.

Outro ponto a levantar é o grande aumento dos riscos de incêndio que esse tipo de plantação provoca. Ainda esta semana teve o incêndio em Tapes, além de vários outros associados a esta vegetação, como um que teve no litoral ano passado, que durou dias e dias até consumir tudo. Haverá brigadas de incêndio para tantas plantações? Com a mudança climática que se anuncia no RS (mais de 70 municípios em estado de emergência por falta de chuva! terceiro ano seguido com seca no RS!), será que ainda vale a pena investir?

Mas, o Consema seguiu a máxima de sua cartilha atual:

Marcha soldado
Cabeça de papel

Quem não marchar direito
Vai preso no quartel!

-> Pauline

Anônimo disse...

O problema de vocês ambientalóides de refrão é achar que só vocês têm dignidade, que quem trabalha compra todo mundo, que as empresas são a pior coisa que existe.
Acabe com as monoculturas e verão o que vocês vão comprar no supermercado. Ou vai me dizer que o mundo vai viver com os "alimentos orgânicos produzidos pela agricultura popular e solidária do MST"?????
Desconhecem o mínimo, o elementar, sobre o plantio de eucaliptos e ficam falando bobagens. Vão estudar para ter o mínimo de nível de discussão TÉCNICA, e não de achismos e empirismos.

No Consema, assistimos ao papelão de estudantes da UFRGS de chinelo de dedo, cabeludo, barbudo, sem tomra banho, com uma faixas ridículas. Vão pra Cuba, companheiros!!!

Vitor

Anônimo disse...

GUGA,

De fato, o INCRA não mandou cortar. SOMENTE AMEAÇOU DE TIRAR A TERRA de quem não cortasse.
AMEAÇOU TIRAR A TERRA E CONVOCOU SUA TROPA DE CHOQUE DE BÊBADOS DO MST PARA O TRABALHO SUJO.
Esse Mozart é um tremendo mau caráter.

Anônimo disse...

Olha tá lindo demais isso.
O blog foi invadido por leitores de ZH!!!!

Mas bhá!!!!

Sil

Anônimo disse...

Bêbado e mau caráter é tu, caro anônimo, que não leu (ou não quis entender) o que escrevi.

Guga

Baiacurs disse...

Sil,
De fato a coisa descambou.
Ah, não siga o conselho de conhecer o bosque de eucalipto do Zoo, pois aquilo lá não está plantado com fins econômicos. No entanto essa turba desconhece o Tunél Verde, lá quem vai pra Pinhal, onde lá naquelas fazendas madereiras sim, pode-se ver como são essas plantações... por sinal, há pouco tempo foram libertados trabalhadores em condições análogas à de escravo, assim com no interior de Cacequí(de Cacequí ainda tem no Google). Aliás coisa muuito comum na indústria madereira é submeter trabalhadores a um regime semelhante à escravidão.
Será que os "moderninhos" neoliberais (ou será neocoloniais) não percebem isso?

Anônimo disse...

Gabeira:

Ponha uma tanguinha de croche, e faça o que quiser.

Claudio Dode

Anônimo disse...

Vitor:

Se quer o respeito de alguém, escute o que eles têm a dizer educadamente. Não chame as pessoas que não concordam contigo de ambientalóide logo de primeira, ok?

Segundo: tenho absoluta certeza que estas empresas compraram todo mundo nessa história(quem sabe até vc tb...). Não acho que "quem trabalha compra todo mundo", mas algumas pessoas e empresas vivem apenas disso, e de marketing. Quem trabalha de sol a sol tem todo o meu respeito, admiração e sabem exatamente o que é dignidade. E a dignidade não está na roupa, não é tomar banho, não é a barba, é fazer o que é correto, respeitar a constituição e as leis e não rasgá-la, como foi feito aqui na nossa cara.

Os ambientalóides como vc chama não são ignorantes, eles, ao contrário do que pensas, estudaram e muito, tem faculdade, mestrado, doutorado, pós-doutorado, trabalharam em outros países e sabem os efeitos que plantas invasoras causam no ambiente, pois estamos assistindo ao mesmo exemplo de 1900 e bolinha, quando espalharam a porcaria do capim anone nos pampas para engordar o gado achando que seria exatamente como se fosse engordar um elefante. A discussão é TÉCNICA, mas como sabemos agora, alguns técnicos parecem ser mais importantes que outros, só vale o que o agrônomo fala e nada do que o biólogo fala. As vozes contrárias ao que o dono do dinheiro fala valem menos que as outras não é mesmo? No final das contas, dinheiro compra simpatizantes e até amor.

Para encerrar minha participação, vou te dizer que as plantas orgânicas da agricultura familar ou do MST são comestíveis de verdade e livres de agrotóxicos (olha o câncer aí), já das lindas e maravilhosas monoculturas de eucalipto-pinus não se come ABSOLUTAMENTE NADA. No máximo vai servir para virar um carvão e assar um churrasco de carne importada da Irlanda - ainda mais agora, que a plantação de "floresta" (huahauahuahaua, marketing faz tudo parecer lindo) não tem mais limite algum.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Anônimo,não generalize. Existem -- e muitos -- ecologistas ignorantes que têm preconceitos contra os grandes empreendimentos, pois manipulam e omitem informações técnicas. Não vamos reduzir tudo ao discurso simplório de que todo ecologista estudou e, portanto, é um homem de bem, portador da santa sapiências. Também não vamos generalizar ao afirmar que toda a grande empresa compra todo o mundo. Não é com esse tipo de argumento que vamos tocar essa discussão para a frente.

Anônimo disse...

Nossa, plantar eucalipto é desenvolvimento. Deve ser mesmo. Assim como o monte de gente que reclama da degradação do meio ambiente na Bahia e em SP deve ser um bando de ambientalista. Afinal, SÓ os doidos dos esquerdistas e ambientalistas reclamam do "tudo de bom eucalipto".

Não precisa ser ambientalista e esquerdista. É só ir no interior e ver o que as famílias plantam quando precisam secar um banhado? EUCALIPTO

É só ir na Bahia, onde tem o "tudo de bom eucalipto" e constatar que eunápolis é a cidade em que há o maior índice de êxodo rural.

É só ir até São Luis do Paraitinga, em SP, e ver porque um "bando" de agricultor conseguiu aprovar uma lei municipal impedindo novos plantios de eucalipto da VCP.

É só ir em um plantio da Aracruz, VCP e Stora Enso e ver as CENTENAS de empregos que geram. Nossa, é tanto emprego que a gente se cansa de ver uns 30 gatos pingados trabalhando.

Plantar eucalipto em assentamento também é tudo de bão! O Incra, um cara mauzão, foi lá e cumpriu a lei. Que absurdo! Mais absurdo ainda é achar que o assentado vai ganhar muito $$ plantando eucalipto, sendo que ele vai receber tudo no final dos SETE anos. O fim é achar que as empresas são demais, já que dão assistência técnica. Não precisa das empresas. Tem a Emater, universidades e técnicos das próprias cooperativas dos assentamentos. E são de grátis, tb não precisa gastar.

Cuba e Venezuela são países ruins. Comunistas e socialistas (afinal, é tudo a mesma coisa) e por isso já são muito ruins. Bom é o capitalismo dos EUA, super desenvolvido, que se sustenta da especulação imobiliária, financeira e das guerras. Boa é a democracia dos EUA, onde não há pobre, onde os negros são tratados bem como os brancos, onde uns 50 milhões de pessoas não têm condições de ter plano de saúde e ficam sem atendimento, onde a vida moderna e cheia de benefícios está deixando todo mundo obeso. Viva a comida pronta! As batatinhas do George Foreman, o Mc Donalds, a verdurinha já cortada e cozida na lata. UHU! Isso sim é desenvolvimento!

E claro, para finalizar tinha que sobrar para o MST. Até porque só pobre é bêbado. A classe média ou rica não fica bêbada, não faz escândalo, não estupra, não bate em mulher, não espanca criança, não trai, não cheira pó e nem fuma crack. Deve ser por isso que a roubalheira do Detran são IRREGULARIDADES, né? Se fosse na vila, onde SÒ tem ladrão, seria roubo. No mínimo.

Que os pobres saiam cada vez mais de suas casas e façam barulho, porque só assim mudaremos alguma coisa. Até lá, a classe média e rica vai ficar falando as besteiras dela. Mas tudo bem

Quanta demagogia! Chega a ser nojento.

Ana Maria

Anônimo disse...

Essa discussão é inútil porque assim que o PT voltar ao governo do EStado vai passar a achar as papeleiras um ótimo negócio. E o Diario Gauche também! Vai ser liiiiindo de ver.

Anônimo disse...

Baiacurs,
o pessoal aqui descambou. Inacreditável o quanto esse pessoal se organiza para defender o que desconhecem.
Meus pais moram em uma regiao que sempre teve plantaçao de eucalipto. Entao, só entrar lá e notar o q ocorre nestes locais.

sil

Anônimo disse...

Que saiba o blogueiro é ex-petista, já deixou isso claro em muitas oportunidades. Talvez o militante papelero não saiba por ser um novato nas discussões deste blog, mas basta acompanhar os post no futuro que entenderá isso, caso não seja um analfabeto institucional como o Maia.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Ana Maria, até o Stédile sabe que investir apenas na agricultura familiar não vai manter as famílias no campo. Não é esse o futuro do Brasil. E o Brasi perdeu o trêm da reforma agrária. Fazer reforma agrária, nessa altura do campeonato, para assentar algumas famílias para depois elas venderem essas terras para morar perto das cidades, como geralmente ocorre não é a solução para o Brasil. O problema é que tem gente que radicaliza neste país e não acredita em entendimento. Países se desenvolveram porque houve entendimento. Por que a Espanha, Portugal, Chile países que eram rachados ideológicamente se desenvolveram? Porque fizeram pactos. É isso que o Brasil precisa.

Anônimo disse...

Ana Maria,
"É só ir no Interior e ver o que plantam para secar banhado, o Eucalipto".
Para seu conhecimento, eucalipto tem raízes hidrófobas. Se não sabe, descubra o que é isso e verás a asneira que estás falando.
Acho que não há o que discutir quando se têm concepções prontas, formuladas pelos marqueteiros do MST com o véu ambiental.

Sobre o Incra no RS, a incompetência é tão retumbante que há anos não assentam ninguém. Vão dizer que os índices estão defasados? E não é o PT que está no governo que pode mudar isso?

Ana Maria, entra no site da FGV e busca informações sobre estudos que fizeram na Bahia. Vai ver que só um projeto deste tamanho gera mais de 30 mil empregos. Mas certamente vais preferir os "estudos" dos sem-terra e da multinacional La Vía Campesina.

Anônimo, podes me informar onde existem, produtos do MST à venda? Se me apontares um lugar onde posso comprar "produtos orgânicos da economia popular e solidária", tiro meu chapéu e pico a mula.

O que estão fazendo no RS é discutir com passionalismo político um tema técnico. E se fosse o Olívio, ia fazer o quê? Aprovar um zoneamento que utilizou números da Amazônia como referência para RS?

Vitor

Anônimo disse...

Anônimo,
APós suas necessidades fisiológicas, limpas o traseiro com quê? Tua irmã/namorada, naqueles dias, usa absorvente feito de quê? Quando tomas remédios em cápsulas, as cápsulas são feitas de quê? Que nas tuas calças jeans tem fibras de pinus?
Você sabia que 80% dos postes do RS são de eucalipto?

Vitor

Anônimo disse...

Caro Vitor:

Para começar e não ires muito longe aí no Mercado Público de Porto Alegre vais encontrar com facilidade produtos da reforma agrária agroecológicos do arroz ao vinho, e de qualidade garantida.

Um projeto de papeleira não gera 30.000 empregos diretos nem em Nova Bréscia.

Claudio Dode

Marcelo disse...

Na alemanha eu compro erva mate do MST, tem em lojas de "fair handle" e produtos agro-ecológicos.

Esse é um mercado que só cresce por aqui, e que o Brasil resiste em desenvolve-lo.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Produtos da reforma agrária do MST pode ser encontrado em Porto Alegre em uma ou duas feirinhas e olhe lá. Enche a barriga de, no máximo, mil pessoas. É claro, o movimento tem seus correspondentes internacionais, tudo é questão de marqueting.

Anônimo disse...

Enquanto a discussão andou, os eucaliptos plantados já cresceram quase 1 milímetro, apesar da seca.
Quem vencer a batalha de argumentos estará de parabéns. Neste tempo os ecochatos não destruíram nenhuma árvore.

Chumbogrosso

Anônimo disse...

Vitor:
"Para seu conhecimento, eucalipto tem raízes hidrófobas. Se não sabe, descubra o que é isso e verás a asneira que estás falando.
Acho que não há o que discutir quando se têm concepções prontas, formuladas pelos marqueteiros do MST com o véu ambiental."

Quero saber ONDE vc leu essa verdadeira imbecilidade de "raíz hidrófoba", pois é a solução para todos os desertos do planeta!!! Vc que é culto, "técnico", me explica, ela não usa água para nada então? UAU! Como é o processo de respiração? Ela é uma planta C4 ou C3? para que possui raíz? Porque seu crescimento é tão rápido? Ops, "técnico demais" né não? Melhor voltar a ler as apostilas feitas pela empresa, lançar um ar de mistério de sabichão e inventar uma bobagenzinha! Será que tem as respostas destas perguntas lá? Creio que não, já que esse conhecimento está um pouco acima do nível "técnico", sacou?

Aliás, me conte onde fez teu curso para eu apertar a mão do teu professor.

Vc nem sabe porque as empresas resolveram instalar suas mega plantações aqui, mas eu te conto: é por causa de um tal "índice pluviométrico" e por causa de um tal "Aqüífero Guarani". Ops, essa até o google ensina para vc, olha que barbada! Aqui tem muita água, então "acham" que a gente não vai se importar se secar tudo. Ah, fica bem longe da Europa mesmo, eles nem sabem direito onde fica esse tal Brazil.

Depois eu que leio cartilha de "marqueteiros do mst". Desculpe querido, sou bióloga formada, nada tenho a ver com eles. Defendo o meio ambiente, e estou exercendo meus direitos e deveres contitucionais de exigir a preservação do mesmo. Leio livros, não cartilhas.

Outra, os "números da Amazônia" não foram usados no trabalho, pois temos dados suficientes sobre a vegetação no RS para fazer um zoneamento decente. Vc falou isso porque não leu nada do zoneamento "técnico", se lesse saberia perfeitamente disso e não falaria duas mentiras deslavadas em um único post.

Alguém falou sobre usarmos papel para higiene pessoal, pois bem, poderíamos plantar eucaliptos COM RESPEITO ao meio ambiente, mas isso não é o que se faz por aqui, aqui não há diálogo nem preservação mínima. Mudaram um zoneamento técnico aprovado até satisfazer a empresa, já que as terras já foram compradas e plantadas sem nem olhar para as leis brasileiras. Nem o mínimo fizeram, pois senão não haveria problemas no zoneamento, que não proibiu o plantio, só regula que se preserve a mata ciliar, as encostas e áreas de preservação ambiental. Gente, isso é o básico! E o nome disso é ANTI-ÉTICA. Destruam tudo e depois limpem-se e leiam jornalecos sobre o "roubo?" no Detran. Eu faço a minha parte parando de ler jornais e revistinhas que só gastam essa tão nobre e essencial substância (além do meu suado dinheiro) e só faz aumentar o volume de lixo que é produzido.

Desculpem o comentário anterior ter sido em anonimato, mas assinarei desta vez sem falta:
-> Pauline

Anônimo disse...

A Pauline parecia estar gritando num megafone. Quase tudo que ela arrotou é asneira para mobilizar massas "tipo marginais do MST".
Nunca a contrataria como bióloga. Quem sabe como, digamos..., sim ...., digamos, como recicladora de papel higiênico.

Chumbogrosso

Prestes disse...

Essa discussão tá bem interessante para mim que sou totalmente leigo no assunto. Difíicl chegar a uma conclusão. A única que se reforça é a de que a "ciência" é bem contestável e que dos "estudos técnicos" cada um se apropria como quer.

mateus_reck disse...

Impressionante a lógica de quem defende as papeleiras: se o estudo mostra vantagens da silvicultura, é imparcial e cintificamente criterioso, se aponta os impactos que serão gerados ou algo contra as plantações, é totalmente parcial e manipulado por "comunistas disfarçados de verdes". O melhor estudo do impacto das plantações no pampa foi feito pela excelente equipe técnica da FEPAM (comparações com estudos feitos na Bahia e no Espírito Santo não contam, são ecossistemas totalmente diferentes do Pampa), ano retrasado, que apontava em quais áreas deveria ser evitado a monocultura de eucalipto; mas não foi respeitado tal estudo, pois algumas áreas indicadas como de restrição já haviam sido adquiridas pelas papeleiras (e os eucaliptos já haviam sido plantados). Fez-se então um "recorte" no mapa gerado, para "administrar" o desconforto político gerado, com a parte técnica sendo relegada a segundo plano.
As plantações teram impactos, sem dúvidas, uma boa parcela de área com campos naturais será convertida em pseudofloresta.

claudia cardoso disse...

Queres identificar um direitista, sem o menor receio de errar? Basta vê-lo falar que tudo é uma questão "técnica". Como se a "técnica" não estivesse relacionada a uma questão político-ideológica.
Claro que a questão do eucalipto tb é "técnica", mas algumas visões técnicas, aquelas que nos enchem de dinheiro e foda-se o mundo, são sempre mais técnicas que outras.
Esses são os caras que querem cagar regra aqui e ainda tem a pretensão de nos ensinar alguma coisa. Bá, é muita pretensão.
E já que estamos falando em "técnica", mesmo não sendo técnica em nada que diga respeito a cultivos florestais, ler a comparação entre o mato de eucalipto do zoológico com monoculturas extensivas destas árvores, me hocaram pela imbecilidade. E ainda falam estas barbaridades em nome da técnica.

eugênio disse...

Pertinente a observação do Reck. Existem estudos técnicos e estudos técnicos; os que convêm e os que não convêm. E no mais, aquela velha e manjada técnica da direita fascista,
quando não tem argumentos, de tentar desmoralizar e desqualificar o interlocutor, como é o caso de muito aí, particularmente de um tal de Chumbogrosso - pelo codinome já se percebe o nível da criatura - com relação ao comentário da Pauline.

Anônimo disse...

Pauline

Índice pluviométrico? Aqui no RS chove de 1000 a 1800 por ano. Eucalipto precisa de 1200.

Aquífero Guarani? Está ele a uma profundidade média de mais de 300 metros, alguns falam 600 metros, mas a raiz do eucalipto vai no máximo a 3,5m / 4m.

O Guarani tem 167 milhões de hectares. As novas plantações no RS: 500 mil. Ou seja, menos de 0,5%. Mais, o Guarani não é "a maior reserva de água doce do mundo", como se fala com este ufanismo gaudério difícil de entender. Ele tem porções confinadas por rochas basálticas e só armazena água salobra em muitos lugares. Vide um caso recente em Erechim, onde a Corsan gastou milhões para cavar um poço a mil metros de profundidade e achar água salobra. É uma bobagem dizer que os gringos vem aqui por causa da nossa água. E quando exportamos carne, 90% não é água?? E os grãos e outros produtos? E quando exportamos gado em pé, para uma viagem infernal apertados em barcaças daqui ao Líbano, para abate lá?

Vão secar os campos sulinos? Você desconhece o pampa e seus passivos ambientais gigantescos. Muito menos o comprometimento dessas empresas com o ambiente.
Em florestas plantadas com cuidado e boas práticas, pode ocorrer redução de disponibilidade hídrica, mas nada que secará arroio ou coisa assim. Só se for malfeito o plantio, desrespeitando APPs. O problema que vejo, Pauline, não são as grandes empresas, que tem muito dinheiro para fazer bem feito. A questão são os menores, que plantam, até dentro do arroio se não houver fiscalização.
Biólogos, os EIA/Rimas apresentados na Fepam tiveram a participação de mais de 50. Todos profissionais registrados e com responsabilidade sobre o que assinaram. Vá até a biblioteca José Lutzenberger, na Fepam, e leia os estudos do meio biótico, mas leia do meio físico e antrópico também, para teres uma visão holística, e não reducionista de que somente as gramíneas, os insetos e os lagartinhos de afloramentos rochosos são importantes.
Preservação da natureza todo mundo quer. Ponto. Se o ambiente estiver desequilibrado, nem eucalipto sobrevive. Ou você acha que é negócio botar bilhão de dólares para em 10 anos abandonar tudo, deixar terra arrasada, como alguns incautos afirmam, de boca cheia. Quem investe uma grana dessas quer sustentabilidade de que o negócio perdure, seja sustentável por muito tempo.

Números da Amazônia no zoneamento, sim. Procure te informar como chegaram ao KC 2. Mais, usaram dados de Bagé como se fosse a média pluviométrica do RS, sabedores dos históricos problemas de Bagé. Foi má-fé.

Aquele zoneamento foi uma proposta absurda deixada pelo Germano Ovo ou Rigotto. "Proposta" não é "lei", não tem valor oficial maior do que uma proposta, que deve ser discutida, negociada. E o foi. A Agapan abandonou as dicussões, depois quis mais prazo para analisar os pareceres e se escondeu atrás da saia da Justiça, como fez meses atrás querendo mandar o licenciamento para o Ibama. É lamentável.

Vitor

Carlos Eduardo da Maia disse...

O interessante é que certa esquerda parece ter largado de mão o discurso contra os transgênicos para focar toda sua raiva contra o plantio de eucaliptos. Antes era a monocultura da soja. E amanhã o que será? E a produção gaúcha se diversifica entre a soja, eucalpitos, transgênicos e por que isso ocorre? Porque as pessoas que estão no campo é que sabem o que é bom para a tosse. E agora inventaram essa: a técnica está a serviço da ideologia. Essa é a forma mais bizarra de se discutir política. Inventa-se uma técnica num laboratório de ideologia e se difunde por ai como sendo ela a verdade absoluta científica. Os pesquisadores do MST são os que sabem tudo. Na época em que florescia o debate sobre os transgênicos dei uma boa estudada e muito li sobre o assunto e não consegui identificar NENHUM argumento decente de certa esquerda. Até hoje ninguém morreu por ter comido alimento transgênico e eles estão há muitos anos nos supermercados e nem dor de barriga está causando. Os transgênicos é a demonstração cabal de que o discurso " técnico" de certa esquerda serve mesmo é para cativar o coração e as mentes das pessoas ignorantes e incautas.

Baiacurs disse...

Tenho um amigo que é exfumante. O cara se tornou muito chato, é díficil convicer com ele. Tem um sujeito por aquí que se diz ex-esquerda...
Alguém sabe quem é. Seu nome começa com "M" e termina com "a"!

Anônimo disse...

O PIG e as papeleirar

Desertos verdes: homens de governo ou empregados das empresas?

Althen Teixeira Filho, professor titular do Instituto de Biologia, da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), enviou a seguinte carta ao jornalista Lasier Martins, da RBS:

"Caro Senhor, ontem tive a oportunidade de assistir ao seu programa na TV-COM, o qual debatia o projeto denominado de "silvicultura". Inicialmente gostaria de elogiar a iniciativa, uma vez que entendo, assim como muitos, que este projeto realmente poderá modificar drasticamente o perfil do Rio Grande do Sul.

Cito o nosso estado como um todo, uma vez que esta denominação de "metade sul" não me parece adequada, mesmo por que aprendi, ainda no colégio, que as fronteiras gaúchas são outras. Também, se "metade sul" fosse, eu não sei se algum dos seus ilustres convidados representava esta região, ou este preconceito já avançou ao ponto de entender-nos débeis não só financeiramente, mas também mentalmente. Para que não paire dúvidas, a crítica que faço não tem qualquer lasca de pessoalidade.

Mas, entre muitos, no meu ponto de vista, dois fatos chamaram muito a atenção. Em primeiro lugar escutar HOMENS DE GOVERNO dialogando e argumentando como se empregados das empresas fossem!? Foi admirável verificar com que clareza, e com que falta de cuidado, um projeto de governo confunde-se com as intenções de uma empresa particular. Aliás, a atenção daqueles senhores com as informações repassadas também foi vexatória e várias delas formalizam-se como mera propaganda gratuita para as empresas de celulose. Por exemplo, não é verdadeiro que as denominadas audiências públicas referendaram o projeto da "silvicultura". Estive presente em todas aqui em Pelotas e não foi isto que aconteceu, assim como em outras cidades.

Por outro lado, o caráter excessivamente técnico do debate em alguns momentos não espelhou a realidade do que se passa "in loco", como se as empresas respeitassem as leis, desde constitucionais às infraconstitucionais.

Para que o Senhor saiba, e como exemplo, o EIA-RIMA da VCP não passa de burla científica, materializando-se num amontoado de informações contraditórias, elaborado para impressionar tão somente pela dimensão final. Aliás, toda a documentação que corrobora estas afirmações já foi entregue na RBS-TV Pelotas e aguardo, ainda aguardo, que isto possa ter interesse jornalístico, mas não só aquilo que favorece às empresas. Para que também não paire dúvida, não acho errado, muito pelo contrário, que esta ou aquela pessoa ou emissora defenda uma posição ou opinião, mas tem obrigação de declarar este fato sem titubeios aos informados.

Por fim, mesmo com todos os milhões gastos em propaganda, ao final do programa foi possível verificar que as intenções das papeleiras não estão conseguindo "frutificar" na dita "metade sul" e os gaúchos mostraram que estão críticos e contrários aos oceânicos eucaliptais, que causam desemprego, subdesenvolvimento, miséria, destruição da terra, entre outros. Cordialmente e ao seu dispor".

Postado por Eugênio

Carlos Eduardo da Maia disse...

Althen Teixeira Filho é grande perito e grande técnico ideológico em eucaliptos, porque sua profissão é veterinário.... fonte:

http://www.crmvrs.gov.br/Info275.htm

Anônimo disse...

ótimo, agora tem um doutor em boi hereford para fazer companhia ao doutor dos moluscos e lagostins como grandes refeências para falar sobre plantio de eucalipto.

Áureo

Anônimo disse...

E O Maia fazendo, jus ao lado direitoso, investiga os debatedores, exatamente como faz o Reinaldo Azevedo, que é, certamente, o farol que ilumina esse tipo de ação - Maia o dedo duro.

Jorge Vieira disse...

O Maia tanto bradou aqui chamando a esquerda de autoritária e adotou a estratégia condenável, baixa, "dedodurístca", que atacar um debatedor pelo que é em formação acadêmica e não pelos argumentos ditos. Tudo isso igual aos Reinaldos Azevedos da vida, quem admira.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Jorge, que argumentos nobres, fantásticos e sábios trouxe o professor veterinário Althen Teixeira Filho? Por fim, não vejo nada de errado em checar as fontes técnicas. Parece que certa esquerda, os Eugênios da vida, não tem essa preocupação...

Jorge Vieira disse...

E daí que o cara é veterinário, qual o problema?

Quem é o verdadeiro agente atrás do pseudônimo Carlos Eduardo da Maia?

Seria muito interessante saber.

Anônimo disse...

Mas a cara de pau é grande do Maia, o professor Althen sim é veterinario, e o Maia o que é? Agrônomo?
O professor Althem não tem direito a emitir uma opinião qualificada, mesmo se a sua formação de origem não permitir? então que o Maia tb cale a boca!!!! assim como o Maia tem o direito de falar o professor tb tem, e outra, esta questão das papeleiras é maior que so discutir a parte tecnica, a discução faz parte do processo.... quanto mais qualificada for melhor poderemos nos posicionar.... Em tempo, a respeito das questões tecnicas, fiz meu mestrado de solos em infiltração e condutividade hidraulica da agua em solos em recuperação fisica da região da campanha e o eucalipto é disparada a pior planta neste sentido.... Pampeano

Anônimo disse...

"discução (...) quanto mais qualificada for melhor poderemos nos posicionar"
Mestre Pampeano

Anônimo disse...

Neste blogger de comentários, os textos ou comentários escritos somam mais do que o blog produziu desde o início do ano. Aos que não querem plantio de eucalipto, peço que defendam o plantio de sagú, aquele para fazer sobremesa. Deve ser muito lucrativo.

Desmamado

Anônimo disse...

não estava querendo entrar nesse debate, mas a vontade de vomitar é tanta pela petulância dessa gente podre, que decidi participar. Esse imbecil, canhalha e dedo duro do tal de Maia, que a pelo menos 18 meses atrás dedurou-me por estar solicitando licenciamento para irrigar meu projeto de produção orgânica de tomates em estufas aqui em dom pedro de alcântara, precisa tomar conhecimento (opa, me esqueci que como dedo duro confesso sabe de tudo) que até hoje, passados 18 meses a fepam não liberou, pois exige que eu construa um talude no açude que eu retiro a água que tem a enorme área alagada de 12 metros quadrados. Vejam bem. estou dizendo 12 metros quadrados de área alagada. E vou dizer mais, produzo e comecializo tomate ecológico, sou militante da Via Campesina (MPA) com muito orgulho e enquanto tiver canalha tipo esses que ai estão bajulando e lambendo as botinhas de camurça dos magnatas das papeleiras, sempre haverá um militante lutando contra essa canalhice que envergonha nosso País, pois são todos vendilhões da nossa riqueza. Dedo duro e fascista Maia: aciona teus energumenos chefes da atual e imoral fepam e mada eles liberarem minha licença ambiental pra liberal o pronaf que a 18 meses não tenho direito. Afinal 12 metros quadrados de área alagada é capaz de causar uma catástrofe maior que as plantações em larga escala de eucaliptos no Estado, não é dedo duro!!! Januario Lima Filho, produtor ecologista de Dom Pedro de Alcântara e filiado ao Movimento dos Pequenos Agricultores.

Carlos Eduardo da Maia disse...

Ok, Januário, liguei para eles. Tua licença vai sair em 42 horas e meia.

Jorge Vieira disse...

Quem respondeu ao Januário, O Maia pai ou Maia filho como o Stalin da foto? Afinal alguns assumem suas identidades aqui no blog enquanto ele usa um pseudônimo.

Anônimo disse...

Grande Januário:

O Maia, e outro punhado, de dedo-duros facista que trouxe para defender as papeleiras e o grande conchavo que autoriza elas a usarem e abusarem do RS como se estivessem na casa da sogra, não vão deixar nunca, pelo seus pendores e amores colonialista, deixar que algum pequeno agricultor consiga desenvolver uma bom e bonito trabalho como o que tu propõe e executa com sucesso.
Pena que tu não podes pagar "reclames" na RBS, aí eles estariam do teu lado.

Mas eles te ofenderem só eleva o mérito do teu esforço.

Não é um punhado de facistas dedos-duro que vão mudar a história.

Claudio Dode

Mario Rangel disse...

É muito interessante, no mínimo, o que vi acontecer aqui. Como participo deste blog a um certo tempo, conheço razoávelmente as pessoas que aqui postam, pelas suas palavras, idéias e argumentos. E o que vi é que, depois da "aprovação" do zoneamento, pessoas foram DESIGNADAS à desqualificar o contra-ponto feito aqui a respeito dessa aberração contra o povo brasileiro, da entrega pura e simples dos nossos recursos naturais a empresas preocupadas simplesmente com o lucro. De nada adianta eles desqualificarem nossos argumentos, nos xingando, nos chamando de "esquerdistas", comunistas ou socialistas pois, por não terem argumetos, somente desqualificam. Tenho qualificação "técnica" suficiente para embasar meu posicionamento contrário a liberação de áreas impróprias ao plantio dessas árvores. E digo isso por saber dos problemas já ocorridos em outras partes. E NÂO sou contrário a que se produza celulose, precisamos dela. Mas quando os interesses públicos ficam de lado e, os governantes servem apenas de "facilitadores" para a apropriação da natureza, disso descordo sempre. E não adianta veirem os Maias e seus contratados para me desqualificar. Posso até dizer: a "direita" somente tem a desqualificação do contraditório como argumento, só isso. MAS EU DIGO, COMO DIZIA O RAUL SEIXAS: EU SOU A MOSCA QUE POUSOU NA SUA SOPA... NÃO ADIANTA ME MATAR, QUE VEM OUTRA NO MEU LUGAR...

www.mariorangelgeografo.blogspot.com

Anônimo disse...

os que tão falando dos cabeludos devem preferir os mauricinhos bem penteadinhos (e de mão grande) tipo ferst, bira vermelho, chico fraga, vaz netto et caterva.
mais: um negócio defendido com unhas e dentes pelos venais guascas de sempre, não sei não...

Anônimo disse...

Este Maia é mesmo um canalha, ele acha que pode enganar alguem com a sua leviandade.

Como o Maia tem um ódio explícito do Stédile, o que acho normal para um facista detestar qualquer pessoa com um minimo de compromisso popular.

Mas olhem o que ele escreve:

"Ana Maria, até o Stédile sabe que investir apenas na agricultura familiar não vai manter as famílias no campo. Não é esse o futuro do Brasil." E o Brasi perdeu o trêm da reforma agrária. Fazer reforma agrária, nessa altura do campeonato, para assentar algumas famílias para depois elas venderem essas terras para morar perto das cidades, como geralmente ocorre não é a solução para o Brasil. O problema é que tem gente que radicaliza neste país e não acredita em entendimento. Países se desenvolveram porque houve entendimento. Por que a Espanha, Portugal, Chile países que eram rachados ideológicamente se desenvolveram? Porque fizeram pactos. É isso que o Brasil precisa.

1º- O que o João pedro Stédile diz e cobra é exatamente que se invista na agricultura familiar, e não só distribuir lotes e abandonar os agricultores, sem assistência tecnica e enfim todos os investimentos necessários; pelo menos iguais ao do agronegócio;

2º- Isto é só para dizer que não podemos mais fazer a reforma agrária, com o pressuposto do tempo, como se houvesse data marcada e defnitiva para tal.
Pura gaiatice reacionária;

3º- Serve também para tentar enganar de que quem radicaliza é quem clama por reforma agrária, e não os grileiros criminosos como os do Raposa do Sol, ou seja a direita radicalizada, defendida pelo PSDB-PFL na banda do agronegócio;

3º- Portugal e Espanha se desenvolveram porque a UE colocou bilhões de Euros para diminuir a brutal diferença entre as economias de França e Alemanha por exemplo e Portugal e Espanha. Este é o verdadeiro "entendimento"

O resto é a cabeça transtornada pelo facismo do Maia que produz.

Claudio Dode

Anônimo disse...

precisamos ter certeza de que este pessoal comandado pelo maia não são serviçais das papeleiras. ta muito fedorento (até parece a antiga borregard) to sentindo algo de podre nessa gentalha do maia e cia.

Anônimo disse...

isso ai dode: não deixa os energúmenos enxovalharem nossas lideranças. eles que vão defender os deles, tipo bira vermelho, e todos os assaltantes de carteira de motorista do detran. o maia deve ter feito uma boquinha nas arrecadações de campanha da yedinha.

Anônimo disse...

isso ai dode: não deixa os energúmenos enxovalharem nossas lideranças. eles que vão defender os deles, tipo bira vermelho, e todos os assaltantes de carteira de motorista do detran. o maia deve ter feito uma boquinha nas arrecadações de campanha da yedinha.

Anônimo disse...

Que pobreza!
Está equivocado quem pensa que defender um zoneamento normativo é se alinhar politicamente com Yeda, máfia do Detran e outras podridões da política.
Defendo um zoneamento equilibrado, olhando natureza, pessoas e economia, mas tenho ojeriza destes "gestores" do Detran pelo malefício que causam ao Estado.
Não misturem assunto de natureza técnica com temas político-ideológico.
Temos ZAS somente para a silvicultura. Pode-se encher o Pampa de cana-de-açúcar, mamona, capim-annoni, uva-do-japão sem nenhuma restrição.
Se o movimento ambiental e os "contras" fossem mais sérios, estariam preocupados com todas as exóticas invasoras, e não apenas com as árvores para celulose.

Vitor

Anônimo disse...

O capim annoni foi trazido pela ditadura militar, através da douta Secretaria da Agricultura do RS, no tempo dos governos nomeados pelos milicos, acho que foi no governo do Peracchi de Barcellos, um brigadiano burro que foi governador-biônico nomeado por Brasília, um pau-mandado.

cardoso

Anônimo disse...

Dr. Althen - Veterinário
Dr. Buckup - Doutor em CRUSTÁCEOS

Realmente gente que entende muito de florestas plantadas, propriedades do eucalipto e produção de celulose.
Aliás, o Sr. Buckup tá quieto faz tempo. Sua voz em defesa do ZAS emudeceu. Por que será? Vai ver resolveu checar as "informações científicas" que divulgava e se deu conta do monte de asneiras que andava falando.

Pezzo

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