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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007


Momento Caras

A senadora petista de Santa Catarina, Ideli Salvatti, e o senador José Sarney (PMDB), no flagrante do fotógrafo Lula Marques, firmam relações que vão além do que Sérgio Buarque chamou de "relações cordiais" do brasileiro. Estão mais para o epíteto de Menem e suas relações carnais.... bem, deixa pra lá.

Eles são adultos, vacinados... e se amam! Não é lindo, gente?

16 comentários:

Anônimo disse...

Cristovão, agora tu mereces um puxão de orelha..que isto rapaz...
Abs
Cido

Cristóvão Feil disse...

Abraço, Cidão!

Viva Sum Paulo!

Anônimo disse...

O que é isso companheiro Feil?

armando

Anônimo disse...

Sabem o que é isso? É tudo farinha do mesmo saco.

Anônimo disse...

Fazia tempo que o Sarney não tinha o prazer de uma mãozinha na nuca.

Anônimo disse...

E quando vamos tomar aquela breja?
Abs
Cido

Carlos Eduardo da Maia disse...

Concordo, Ideli e Sarney são farinhas do mesmo saco. A blogosfera bem que podia fazer uma corrente de extinção do senado. Sou o primeiro a assinar.

sisqueci disse...

Concordei com o Maia. Extinguir o senado faria o país economizar horrores, inclusive a paciência dos eleitores.

Krieger disse...

Esse negpocio de Senado é mais uma macaquice da nossa elite branca, que copiou o modelo republicano norte-americano, no século XIX.

O Senado é um símbolo de inutilidade, atraso e macaquice da zelite.
Senador quer dizer Senil, deja-vista.

S - Porto Alegre disse...

Concordo com o Maia ... e agora mesmo é que tá como o Senado Romano gosta !!!!!!

claudia disse...

Fez relembrar do affair Heloisa Helena e Luiz Estévão...

Ricardo Mainieri disse...

Será que ele vai recitar poemas do livro Marimbondos de Fogo para ela?

Anônimo disse...

São duas das mais execráveis criaturas que a política brasileira já produziu. Merecem, em função disso, estar ao lado de Fernando Collor e de Pedro Simon.

Anônimo disse...

Com tanto assunto na esfera política, e estamos aí, falando (melhor tricotando) sobre a vida particular dos senadores...
Com todo o respeito senhor Cristóvão, merecemos coisa melhor, alás, o senhor mesmo nos acostumou assim.

Abraço

Humberto

Cristóvao Feil disse...

Humberto, náo merece ser levado a sério quem se leva muito a sério, já dizia Érico Veríssimo.

Eis pois...

Saludos!

ziza disse...

o grande risco aí é o acasalamento, a perpetuação dessa espécie. Parabéns pelo blog.

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