Famílias cobram do Incra o cumprimento do TAC
Cerca de 500 famílias de trabalhadores rurais sem-terra, acampados e assentados na região de São Gabriel (fronteira Oeste do RS), iniciaram nesta manhã (17/04) uma marcha em direção ao centro da cidade. As famílias reivindicam o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta assinado pelo Incra há mais de um ano.
O TAC assinado pelo Incra estabelecia o assentamento de duas mil famílias de trabalhadores rurais até o final do ano passado, mas apenas 700 destas conquistaram um pedaço de chão.
A marcha faz parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária que lembra os 13 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará, e denuncia a lentidão da reforma agrária no Brasil.
O MST propõe a realização de uma reforma agrária efetiva como solução para a crise econômica, com a geração de empregos permanentes no campo, e para a crise alimentar, com a produção de alimentos para a população.
Cerca de 500 famílias de trabalhadores rurais sem-terra, acampados e assentados na região de São Gabriel (fronteira Oeste do RS), iniciaram nesta manhã (17/04) uma marcha em direção ao centro da cidade. As famílias reivindicam o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta assinado pelo Incra há mais de um ano.
O TAC assinado pelo Incra estabelecia o assentamento de duas mil famílias de trabalhadores rurais até o final do ano passado, mas apenas 700 destas conquistaram um pedaço de chão.
A marcha faz parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária que lembra os 13 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará, e denuncia a lentidão da reforma agrária no Brasil.
O MST propõe a realização de uma reforma agrária efetiva como solução para a crise econômica, com a geração de empregos permanentes no campo, e para a crise alimentar, com a produção de alimentos para a população.
6 comentários:
O MST quer fazer reforma agrária para depois arrendar terras para produtores de arroz, como fez aqui no Rs em conluio com o INCRA, sendo que essa notícia é ocultada pelos Blogs de nossa certa esquerda reacionária.
O Maia andava calado com todas as falcatruas do governo da Yeda, o "novo jeito demencial".
Agora vem com esta denuncia bem atravessada, que mais parece mais um gesto vingança do grupo ideológico do Gilberto "Tumba", que não aguentou o minimo enfrentamento democrático na Assembléia legislativa e se retirou, e muito tarde, da perseguição política ideológica. Pelo empenhou a palavra.
Claudio Dode
Dode Palhaço!
Comente sobre o post.
Se você é um "coitado", azar o seu.
Deixa o Maia fazer seus comentários.
MST é uma vergonha para nós.
Juntam marginais para fazer volume.
Concordo que tem "agricultores" que gostariam de ter uma propriedade.
Eu não tenho terra.
Trabalho para um produtor que me paga bem.
Por que, a maioria dos bolsistas do Lula querem posse?
Meu filho trabalha na Petrobras ( ou PTroubás como já disseram). Vou exigir sua parte no pré-sal.
Acho que, com o Lula é posível!
MST - Marginais Sanginários Terroristas
Fudêncio,
Ninguém é mais palhaço do que tu que pinta a cara (escondido neste codinome). Aliás palhaço tem uma alma e tu só tem a pintura.
O dia que fores Homem para assinar as canalhices que escreves, te dirige a mim.
Vergonha, o Fudêncio, é vocês como funcionários do estado, receberem um salário para estar aqui fazendo este ridiculo diariamente.
O Maia pode escrever as meias verdades ou mentiras dele (ele já é uma mentira, como tu), mas não ficarão sem resposta.
Este produtor te paga para prestar algum serviço, se é que tu presta para alguma coisa, ou te comprou com direitos ilimitados sobre a tua pessoa. Inclusive de escrever estes grotescos pensamentos(?).
Vergonha, o Fudêncio, é escrever e não poder assinar.
Claudio Dode
Dode pé de chinelo, vá se catar!
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