

Isto é crime!
As convicções do policial Omar Fernandez são perigosas porque antissociais, anti-republicanas, antidemocráticas e atentam contra os direitos humanos.
Ele está apregoando a prática da tortura como método eficaz (e legal) de condução das coisas do Estado.
A apologia da tortura é crime: Omar Fernandez defende, justifica e elogia a prática da tortura, como agente público que é, e foi durante um período de ditadura no Brasil. Não compete a ele fazer este juízo. Isto é ilegal. Como funcionário público ele deveria saber (e cumprir) os limites de sua competência profissional e legal.
Omar Fernandez está cometendo crime. A prova está no jornal Zero Hora de hoje, página 40 (acima, foto de Ricardo Chaves/ZH).
Com a palavra o Ministério Público.
10 comentários:
Qual Ministério Público? O do Gilberto Thuns?
Cristóvão se depender deste Ministério Público do RGSul, o minimo que eles podem fazer é uma nota de solidariedade, ou alguma homenagem para o cara.
Se não fosse trágico seria hilário.
É só acompanhar a postura (ou dobratura)do MP RS na "gestão" Yeda, Crusius Credo.
Claudio Dode
O que confirma o que o leitor Claudio Dode afirma, referente ao coorporativismo das instituições responsáveis pela segurança pública no RS, basta ler o artigo publicado em ZH de hoje (04/02/2010), onde um Promotor de Justiça defende o fim da garantia constitucional de não auto-incriminação no Direito penal, é claro, se valendo de analogias falaciosas, como a do motorista que se recusa a fazer o teste de alcoolemia (bafômetro), como se não houvesse outro meio previsto na legislação de trânsito para averiguar o suposto estado inebriante do condutor sem provocar a auto-incriminação em processo-crime, no caso, a realização de exame clínico, onde é impossível caracterizar o delito penal de embriaguêz ao volante. Ironicamente os membros do MP são chamados de fiscais da lei.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2798505.xml&template=3898.dwt&edition=14036§ion=1012
Este blog defende a tortura e as prisões ilegais em Cuba desde sempre. Onde está o Ministério Público?
Esse delegado não domina a lógica mais elementar, precisa fazer o curso de Direito de novo.
Uma coisa é a tortura como instrumento ainda que ilegal de Estado ou de agentes a serviço do Estado, outra coisa é a reação pessoal de alguém que tem um filho sob risco de vida. Ele confunde banana com melancia. O torturador policial ou milico são funcionários públicos que não tem licença da Lei para torturar uma pessoa. Fazem de forma escondida, sem admitir que fazem, mas fazem. Outra coisa diversa é alguém revidar a agressão que um filho ou parente está sofrendo covardemente de um sequestrador. Este aqui está agindo em legítima defesa pessoal e dos seus, e não em nome do Estado, a soldo de corporações do Estado. O torturador é um agente do Estado que não lhe deu licença para matar e torturar. Isso não existe. E o jornalista da ZeAgá não teve o desplante de contestar esse pilantra covarde. Esse homem é um câncer e pior que é pago por nós contribuintes para dizer essas asneiras criminosas e doentis.
Ele não precisa fazer o curso de direito de novo.
Conhece bem a diferença, se preparou durante décadas para fala isso.
Fala essas coisas de safado, para angariar a simpatia dos demais safados.
E tem muito safado por aí.
Os safados acham que tortura não tem nada de mais e espalham que todos os outros também a praticam para diluir seus crimes, como esse anônimo das 16:38.
Não é novidade que o Jornal ZH defende. Quem nasceu na estufa da ditadura não poderia agir de outra maneira. Fiz um artigo sobre isso essa semana " Zero-Hora: Um jornal de direita", está no blog www.brasilautogestionario.org
CrNão podemos esquecer um outro criminoso que é senador de São Paulo. O Senhor Romeu Tuma que distribuiu bastante pancada nos poroes (ele era chefe dos Serviços "secretos" do DOPS). Lás está ele, no alto de seu posto, outro defensor da tortura que hoje se esconde atras de uma fachada democratica....
abraços
felipe nóbrega
Caro Cristóvão,
Num caso extremo colocado da forma que foi, o funcionário do Estado pode até admitir a tortura como meio para elucidar um crime. Mas quem assim procede deve estar preparado para ser acusado de torturador, visto que a tortura é crime não só na nossa legislação como na maioria dos países civilizados.
Ao admitirmos tais métodos nos igualamos a todas as ditaduras e regimes de exceção existentes no mundo, tenham eles a cor que tiverem. Portanto os fins em hipótese alguma justificam os meios.
José Luís
Só falta dizer que a foto foi tirada na casa do velho.
Callado, E vocês pelo jeito só vive no mundo maravilhoso e teórico dos bancos da universidade. Na prática a coisa é diferente.
Vou mandar o Capitão Nascimento colocar um saco plástico na tua cabeça e um cabo de vassoura noutro lugar.
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