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Surf no lixo contemporâneo: a que ponto chegamos! E que mundo deixaremos de herança para Keith Richards?

domingo, 10 de abril de 2011

Hugo Chávez é candidato no Peru?


A fixação da RBS em Hugo Chávez compromete o jornalismo que pratica. O psicologismo vulgar do editor aponta que o medo ao chavismo (como ele constatou e mediu esse temor?) é um fator determinante na eleição presidencial peruana. Não é. Não foi. O candidato da esquerda, Ollanta Humala, venceu o primeiro turno, hoje.

6 comentários:

Gilnei J. O. da Silva disse...

E, em CartaCapital, Antonio Luiz M. C. Costa escreve:
“Eleições no Peru: com menos cara de Chávez e mais de Lula, esquerda parece próxima da vitória eleitoral.
Em 2006, Ollanta Humala concorreu à Presidência do Peru com um perfil chavista (se não mais duro) e perdeu. Em 2011, vai de 'Humalinha paz e amor'. Troca o vermelho pelo branco, usa o slogan 'a esperança vencerá o medo', escreve uma 'carta aos peruanos' para acalmar as Reginas Duartes locais (na qual promete, entre outras coisas, manter os compromissos com as empresas privadas e a independência do Banco Central) e recorre à assessoria dos petistas Luís Favre e Valdemir Garreta e do marqueteiro de Lula na reeleição de 2006, João Santana [...]."

Cf. http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/humalinha-paz-e-amor

Gelso Job disse...

Venceu o primeiro turno e tornará a vencer o segundo. As elites financeiras e as organizações mafio-midiáticas não mandam mais na América Latina. Só ainda não se deram conta disso.

joao disse...

GRAÇAS A DEUS !!

giovani montagner disse...

a reportagem na edição de hoje, segunda, na página 20 segue a mesma lógica, com destaque para a foto escolhida para ilustrar.

cao@dino disse...

a famiglia do estuprador barriga verde prefere a filha do fujimori, que tá cumprindo 25 anos de cadeia.já imaginaram que belo casamento daria?um mata e o outro come.kkkkkkkk

Nelson disse...

Nada surpreendente. Sabemos que as elites de cada país usam protegerem-se umas às outras.
Um mínimo avanço das causas populares em um determinado país - ou mesmo uma revolução - pode virar um rastilho de pólvora. Povos de outros países podem ficar tentados a também experimentarem estes avanços; perigo para as elites.
É preciso, então, a todo custo, evitar que o "vírus se espalhe".

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