Não é um blog sujo (como diz o Serra), que aponta o tucano ex-presidente Cardoso como "comprador de votos com a finalidade de se reeleger presidente". Pois bem, quando FHC será julgado pelo douto STF, por esses e por muitos outros crimes (como os da privataria tucana) que cometeu?
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
E o FHC, comprador de votos, quando será julgado?
Não é um blog sujo (como diz o Serra), que aponta o tucano ex-presidente Cardoso como "comprador de votos com a finalidade de se reeleger presidente". Pois bem, quando FHC será julgado pelo douto STF, por esses e por muitos outros crimes (como os da privataria tucana) que cometeu?
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Inacreditável, o Lula guasca de Uruguaiana
Depois ficam "podridos y enojados" que o Rio Grande do Sul é motivo de deboche no resto do País...
Em Tempo: Esse sujeito modesto, Sanchotene Felice, pertence aos altaneiros quadros do PSDB/RS.
Acima, fac-símile parcial da página 5 do jornal Zero Hora, edição de hoje, 09 de outubro de 2012.
O significado da capa de Zero Hora
A
capa do jornal Zero Hora, edição de ontem (8/10), diz muito das
relações entre o grupo midiático-imobiliário RBS/Maiojama e o
re-prefeito José Fortunati (PDT). Houve uma intervenção forte no
tradicional leiaute da capa do jornal, modificando-o.
“Note”
- nos escreve o leitor Ernesto C. Marques - “que a barra de
informações que sempre fica logo abaixo do logo do jornal foi
colocada abaixo da foto e da manchete. O POA com a cabeça do
Fortunati no meio e a manchete aparecem incorporados à própria
logomarca do jornal, estão quase fundidos. Parece ou não parece um
editorial da firma assumindo a sua Fortunatice?”
Concordo
com o Marques: é, sim, um editorial sem palavras, mas denso de
conteúdo e significados. É como dizer o seguinte:
“Prefeito,
a RBS fez a sua parte. Ao senhor cabe agora nos demandar mais e mais
anúncios nos nossos veículos de comunicação. Sem esquecer o mais
importante: o de apresentar um completo programa de revitalização
dos 72 km da orla do Guaíba, já que o nosso braço imobiliário - a
Maiojama - não pode ficar circunscrita aos impedimentos mesquinhos e
as restrições absurdas do obsoleto Plano Diretor de Porto Alegre.
Temos inúmeros exemplos de áreas da Capital que ainda restringem os
investimentos de incorporadoras imobiliárias que aspiram a livre
iniciativa no que diz respeito ao avanço ilimitado da indústria da
construção civil no município de Porto Alegre”.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A Brigada Militar RS está defendendo o quê mesmo?
Ah! Sim! Defendendo um boneco inflável gigante patrocinado pela Coca-Cola!
Tudo como dantes no quartel do Coronel Mendes! A Brigada (polícia militar estadual) agiu como braço armado da Coca-Cola.
A repressão policial (vídeo acima) aconteceu ontem à noite (04/out/2012) no Largo Glênio Peres, centro de Porto Alegre (RS).
O sangue cobriu o chão.
A repressão policial para preservar o patrimônio privado da Coca-Cola foi desproporcional à ação cidadã de alguns jovens manifestantes, cujo movimento se chama "Defesa Pública da Alegria".
Enquanto o espaço público se encolhe, a repressão brigadiana se agiganta.
A mera circulação do dinheiro não gera emprego, nem riqueza
A rotação do capital se divide em dois tempos: o tempo da produção e o
da circulação.
O fator
impulsionador da circulação do dinheiro, segundo Marx, é a
circulação de capital, expresso na fórmula D-M-D’, em que a
diferença D’ e D se torna o objetivo de qualquer produtor
capitalista quando joga o seu capital em circulação. A repetição
sucessiva desta fase de movimentação do capital exige a existência
dum estoque de dinheiro funcionando como meio de circulação e de
tesouro. Não se alterando a velocidade de circulação da moeda,
este estoque aumenta na razão direta da acumulação de capital. As
exigências resultantes deste estoque de dinheiro criam as condições
para o desenvolvimento do comércio do dinheiro, associado ao
desenvolvimento das relações de crédito - o sistema bancário (que
não cria riqueza).
O vídeo acima (10 minutos) mostra a circulação da moeda que satisfaz a todos, mesmo sem gerar
emprego nem riqueza. O velhinho “emprestou” dinheiro sem saber,
por isso não pode exigir juro, que é a remuneração do dinheiro.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
ZH: o analfabetismo que abunda e grassa
Essa frase eu não entendi. Quem me ajuda a traduzí-la? Do analfabetês rebessiano para o português.
Acima, fac-símile parcial da capa do portal ClicRBS, de hoje, por volta de 13h18.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Quando um jornal vira panfleto da especulação imobiliária da cidade
O grupo RBS/Zero Hora perdeu todo o pundonor. Agora reivindica diretamente pelos desentraves à livre especulação imobiliária selvagem em Porto Alegre. Zero Hora virou - descaradamente, despudoradamente - porta-voz panfletário do interesse imobiliário na Capital, há muito tempo.
Ninguém desconhece que o grupo RBS/Família Sirotsky tem um ativo chamado Maiojama - incorporadora de imóveis com grande presença no mercado portoalegrense. Pois, ZH, menos que uma mídia jornal, é um braço comercial-mercadológico de Maiojama, com intervenção agressiva e tonitruante no pregão imobiliário local. A prova disso é a manchete acima no portal ClicRBS.
Este é um tema - o da especulação imobiliária - dos mais candentes em Porto Alegre (de resto, em todo o País). No entanto, os candidatos (e candidatas) à Prefeitura e à Câmara Municipal fizeram um solene olho-branco para o caos imobiliário-urbano na cidade. Só por esse motivo, já se vê o quanto a atual corrida eleitoral está sendo despolitizada e fútil.
O
Grupo RBS têm ainda outros interesses e ativos: a ViaLOG (transportes),
Planejar (empresa de agronegócios), Orbeat Music (gravadora), HSM
Educação Corporativa e Management, RBS Eventos (shows), e.Bricks Digital (negócios digitais).
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Cría cuervos
Será que o candidato à prefeitura de Porto Alegre, o petista Adão Villaverde desconhece que Marina Silva (sem partido) é candidatíssima à sucessão presidencial de 2014?
A presidenta Dilma deve estar "amando" a iniciativa de Adão Villaverde, cujos dividendos eleitorais, são discutíveis. Marina, que não tem nada a perder, aporta pela segunda vez, nesta campanha, à Porto Alegre, para apoiar o candidato petista.
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